Qué puede hacer una Geografía como cuerpo que baila? lenguaje-experience 'gesto- movimiento-afecto' (fragmentos)

Autores/as

  • Antonio Carlos Queiroz Filho Doutor em Geografia – UNICAMP. Professor Adjunto IV do Departamento de Geografia – UFES e Professor Permanente do Programa de Pós-Graduação em Geografia e do do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo – UFES; Líder do Grupo de Pesquisa RASURAS – Geografias Marginais (Linguagem, Poética, Movimento); Coordenador do GRAFIAS – Laboratório de Geografia Criativa – UFES. https://orcid.org/0000-0002-8068-2325

DOI:

https://doi.org/10.7147/GEO23.14824

Palabras clave:

Cuerpo - Danza - Geografía

Resumen

Hecha de fragmentos, este documento propone que pensar en las relaciones y las posibles repercusiones existentes entre el lenguaje y la experiencia desde la perspectiva de
algunos autores postestructuralistas. Busqué en la reflexión sobre el cuerpo y bailar una
manera de hablar de este tema y, al mismo tiempo, haciendo una geografía como algo que
produce en nosotros los afectos. "¿Qué puede hacer una geografía como cuerpo de baile?"
Está más allá de una pregunta, una invitación, una proposición: una geografía bailarina.

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Publicado

22-12-2016

Número

Sección

Propuesta de dossier temático

Cómo citar

QUEIROZ FILHO, A. C. Qué puede hacer una Geografía como cuerpo que baila? lenguaje-experience ’gesto- movimiento-afecto’ (fragmentos). Geografares, v. 2, n. 22, p. 11–20, 22 dic.2016.