Processus d’appropriation spatiale et inégalités sociales dans le centre historique de Puebla
DOI :
https://doi.org/10.7147/GEO22.14747Résumé
Relier les formes d'intervention dans la ville et les processus d'appropriation socio-spatiale dans le centre historique de Puebla. Nous discutons de nombreux cas précis d'expropriation d'espace, d'appropriation qui creusent les inégalités sociales. Avec tout cela, nous entendons vérifier la relation entre l'usage du Centre historique et l'appropriation sociale de classe, qui en est le sujet.
Mots-clés : Centres historiques, patrimoine urbain, rénovation urbaine.
Téléchargements
Références
ALMEIDA, Ana Nunes de. Para uma Sociologia da Infância: jogos de olhares, Pistas para Investigação. Lisboa: ICS. Impressa de Ciências Sociais, 2009.
ARIÈS, P. História social da criança e da família. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
CENPEC. Educação em territórios de alta vulnerabilidade social na metrópole. Relatório de pesquisa. São Paulo. CENPEC. 2011.
CORSARO, W.; HONIG, M;. QVORTRUP, J. The Palgrave Handbook of Childhood Studies. Palgrave Macmillan, May 2009.
DE MAUSE, Lloyd. Historia de la infancia. Madri: Alianza Universid, 1991.
FERREIRA, Maria Manuela. “- Tá na hora d’ir pr’à escola!”; “- eu não sei fazer esta, senhor professor!” ou… brincar às escolas na escola (ji) como um modo das crianças darem sentido e negociarem as relações entre a família e a escola. Revista Interacções. 2006, n. 2, p. 27-58.
MARCHI, Rita de Cássia. O “ofício de aluno” e o “ofício de criança”: articulações
entre a sociologia da educação e a sociologia da infância. Rev. Portuguesa de
Educação, v. 23, n. 1, p. 183-202, 2010.
MEDEIROS, Andréa Borges de. Crianças e narrativas: modos de lembrar e de compreender
o tempo na infância. Cad. CEDES [online]. 2010, v. 30, n. 82, p. 325-338.
MOLL, Jaqueline. Escola de tempo integral. In: OLIVEIRA, D. A.; DUARTE, A. M.
C.; VIEIRA, L. M. F. DICIONÁRIO: trabalho, profissão e condição docente. Belo
Horizonte: UFMG/Faculdade de Educação, 2010. (CDROM)
PROUT, A. Reconsiderar a nova sociologia da infância. Braga: Universidade do
Minho; Instituto de Estudos da Criança, 2004.
QVORTRUP, J.; et al. (Eds.) Childhood matters: social theory, practice and politics.
Avebury: Aldershot, 1994.
QVORTRUP, Jens. Macro-análise da infância. In: CHRISTENSEN, Pia; JAMES, Allison
(Org.). Investigação com crianças. Perspectivas e Práticas. Porto: Edições Escola
Superior de Educação de Paula Frassinetti, 2005. p. 73-96.
RAMOS, Graciliano. Infância. 38. ed. Rio de Janeiro: Record, 2006.
RIBEIRO, Darcy. O livro dos CIEPs. Rio de Janeiro: Bloch, 1986.
RIZZINI, I. & RIZZINI, I. A institucionalização de crianças no Brasil. Rio de Janeiro: Ed. PUC-Rio, 2004.
SACRISTÁN, J. G. O aluno como invenção. Trad. Daisy Vaz deMoraes. Porto Alegre: Artmed, 2005.
SARMENTO, Manuel Jacinto; CERISARA, Ana Beatriz (orgs.). Crianças e Miúdos: Perspectivas sócio-pedagógicas da infância e educação. Porto: Asa Editores, 2003.
_____. Criança, Aluno, Cidadão: a (re)constituição do “Ofício de Criança”. (Conferência)
- 6º Seminário Internacional da OMEP/BRASIL. Culturas da Infância:
Criança, Educação e Práticas Sociais. Cuiabá, 2009.
SIROTA, R. Emergência de uma sociologia da infância: evolução do objeto e do olhar. Cadernos de Pesquisa, São Paulo: Fundação Carlos Chagas, n. 112, p. 7-31, mar. 2001.
TEIXEIRA, Anísio. Educação não é privilégio. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 2007.
Téléchargements
Publiée
Numéro
Rubrique
Licence
Merci de créditer les auteurs lors de toute citation : Geografares (2016)

Ce travail est disponible sous la licence Creative Commons Attribution 4.0 International .
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) (Veja O Efeito do Acesso Livre).




















