Risos que Curam
Entreterimento e Humanização às Crianças Hospitalizadas
DOI:
https://doi.org/10.30712/guara.v1i6.15129Palavras-chave:
Terapia do riso, Pediatria, Criança hospitalizada, Humanização da assistência e recreação hospitalarResumo
O Projeto Risos que Curam surgiu como projeto de extensão acadêmica a ser desenvolvido com crianças internadas em hospitais da região da Grande Vitória, no Espírito Santo, Brasil. Durante as ações, foram promovidas diversas brincadeiras, peças teatrais, entre outras atividades que objetivam a interação entre os profissionais de saúde, voluntários e pacientes. O entretenimento foi utilizado com uma forma de proporcionar alegria às crianças internadas, uma vez que o isolamento impossibilita, parcial ou totalmente, seus momentos de lazer. O fato de poder sorrir e transportar o lúdico faz com que a criança seja estimulada biologicamente a desencadear reações que afetam positivamente sua recuperação. Vários países têm adotado o método da “cura pelo sorriso”, e estudos mostram que o entretenimento auxilia no tratamento dos pacientes, principalmente crianças. Após a reali-
zação dos eventos com as crianças internadas, observou-se que o ambiente hospitalar se tornou um espaço mais agradável para o tratamento infantil. Formas de expressões artísticas facilitaram a comunicação, possibilitando melhor aceitação da terapia por parte dos pacientes e diminuindo a dor e ansiedade dos familiares. Por fim, os sorrisos promovidos pela equipe do “Risos que Curam” permitiram uma modalidade complementar de auxílio no tratamento dos pacientes infantis hospitalizados.
Downloads
Referências
MATRACA, M. V. C.; WIMMER, G.; ARAÚJO-JORGE, T. C. Dialogia do riso: um novo conceito que introduz alegria para a promoção da saúde apoiando-se no diálogo, no riso, na alegria e na arte da palhaçaria. Ciência & Saúde Coletiva. Rio de Janeiro, 16, 10, 4127-4138, 2011.
TEIXEIRA, Ricardo. Humor tem tudo a ver com saúde. Fev. 2009. Acesso em 18 de março de 2015. Disponível em: http://www.icbneuro.com.br/paginas/artigos_especiais_materia.php?id=43.
PASTORE, K; POLES, C. O humor afasta doença. Revista Veja, São Paulo, 27, 98-101, 2001.
ADAMS P., MYLANDER M. A terapia do amor. 1 ed. Rio de Janeiro, Mondrian; 2002.
COLLET, N.; OLIVEIRA, B. R. G. de; VIERA, C. S. Manual de Enfermagem em Pediatria. Goiânia, AB, 2002.
DESLANDES S. F. Análise do discurso oficial sobre a humanização da assistência hospitalar. Ciência & Saúde Coletiva, 9, 1, 7-14, 2004.
BRASIL. Ministério da Saúde. Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar. Série C projetos, programas e relatórios, n.20. Brasília, 2001.
DESLANDES, S. F. Humanização, revisitando o conceito a partir das contribuições da sociologia médica, em Humanização dos Cuidados em Saúde, Rio de Janeiro, Ed. Fiocruz, 2006.
PMC (Prefeitura Municipal de Cariacica). Pacientes do PA infantil ganham Dia da Criança antecipado. 2015. Acesso em 16 de março de 2015. Disponível em http://www.cariacica.es.gov.br/pacientes-do-pa-infantil-ganham-dia-da-crianca-antecipado.
MITRE, R. M. A, GOMES R. A promoção do brincar no contexto da hospitalização infantil enquanto ação de saúde. Ciência & Saúde Coletiva, 9, 1, 147-54, 2004.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2017 Revista Guará

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).