Centro Tecnológico
DOI:
https://doi.org/10.30712/guara.v2i7.18290Resumo
UFESDownloads
Referências
Bisetto LHL, Cubas MR, Malucelli A. A prática da enfermagem frente aos eventos adversos pós-vacinação. Rev Esc Enferm USP. 2011; 45(5):1128-34.
Júnior JBR.‘A produção de vacinas é estratégica para o Brasil - entrevista concedida a Carlos Fidelis Ponte. História, Ciências, Saúde, Manguinhos. 2003;10(2):771-83.
Muniz SV, Silva FS, Martini AC. Acolhimento do usuário de sala de vacinas.
CIPPUS – Revista De Iniciação Científica Do Unilasalle. 2012; 1(1):92-103.
Ministério da Saúde. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação. Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Brasília: Ministério da Saúde, 2014.
Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil. Guia Prático de Normas e Procedimentos de Vacinação. Coordenação do Programa de Imunizações. Rio de Janeiro: SMSDC; 2013.
Oliveira VC, Guimarães EAA, Silva SS, Pinto IC. Conservação de vacinas em unidades básicas em saúde: análise diagnóstica em municípios mineiros. Rev Rene. 2012;13(3):531-41.
IBGE- Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 2016. Disponível em: http://cidades.ibge.gov.br/xtras/perfil.php?codmun=280290.
Bomfim LFC, Costa IVG, Benvenuti SMR. Projeto Cadastro da Infra-Estrutura Hídrica do Nordeste: estado de Sergipe. Diagnóstico do Município de Itabaiana. Aracaju: CPRM, 2002.
Ministério da Saúde. Programa de avaliação do instrumento de supervisão salas de vacina: manual do usuário. Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização. Brasília: Ministério da Saúde, 2003.
Superintendência de Vigilância em Saúde Guia Prático de Normas e Procedimentos de Vacinação. Coordenação do Programa de Imunizações. Rio de Janeiro: SMSDC, 2013.
Ministério da Saúde. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação. Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Brasília: Ministério da Saúde, 2014.
Ministério da Saúde. Manual de Procedimentos para Vacinação. 4. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2001.
Queiroz AS, Moura ERF, Nogueira PSF, Oliveira NC, Pereira MMQ. Atuação da equipe de enfermagem na sala de vacinação e suas condições de funcionamento. Rev Rene. 2009;10(4):126-35.
Fossa AM, Protti AM, Rocha MCP, Horibe TM, Pedroso GER. Conservação e administração de vacinas: a atuação da enfermagem. Rev. Saúde. 2015; 15(40): 85-96.
Koti KCEV. Avaliação das salas de vacinas na rede básica do Município de
Marília. Dissertação de Mestrado. Botucatu: Faculdade de Medicina de Botucatu, 2010.
Norma Regulamentadora - NR 32. Segurança e saúde no trabalho em serviços de saúde. Brasil. Ministério do Trabalho e Emprego, 2005.
Ministério da Saúde. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Brasília: Ministério da Saúde, 2014.
Ministério da Saúde. Manual dos centros de referência para imunobiológicos especiais. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.
Ministério da Saúde. Capacitação de pessoal em sala de vacinação - manual do treinando. Coordenação do Programa Nacional de Imunizações. Brasília: Ministério da Saúde, 2001.
Ministério da Saúde. Manual de rede de frio. 4. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2013.
Souza VEC, Lira MRS, Gomes RIB. Avaliação do funcionamento das salas de vacina na rede básica de saúde de São Luís. Florence em Revista. 2011;1(1):1-10.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
A Revista Guará adota a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0), segundo a qual os autores mantêm os direitos autorais sobre seus trabalhos submetidos e publicados na revista.
Os autores são responsáveis por declarar que o manuscrito submetido é original, que não foi publicado anteriormente e que não está em processo de avaliação simultânea em outro periódico. Após a submissão, os manuscritos passam por processo de avaliação por pares.
Ao submeter o manuscrito, os autores concedem à Revista Guará o direito de primeira publicação, permanecendo livres para estabelecer acordos adicionais de distribuição não exclusiva da versão publicada (por exemplo, em repositórios institucionais, páginas pessoais ou como parte de obras futuras), desde que seja devidamente reconhecida a autoria e a publicação original na revista.
A Revista Guará incentiva a disseminação ampla dos trabalhos publicados, incluindo sua disponibilização em repositórios institucionais e outras plataformas, como forma de ampliar a visibilidade e o impacto da produção científica.
De acordo com a licença CC BY 4.0, os usuários têm o direito de:
- Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer meio ou formato;
- Adaptar — remixar, transformar e criar a partir do material para qualquer finalidade, inclusive comercial.
Esses direitos são irrevogáveis, desde que sejam respeitados os seguintes termos:
- Atribuição — deve ser concedido o devido crédito aos autores, fornecido o link para a licença e indicada a realização de eventuais modificações. A atribuição deve ser feita de maneira razoável, sem sugerir apoio ou endosso por parte dos autores ou da revista ao uso realizado.
A licença não impõe restrições adicionais ao uso do material, não sendo permitido aplicar termos legais ou medidas tecnológicas que limitem os direitos concedidos pela licença.

