O lugar da política pública de economia solidária na crise do capital

Autores

DOI:

https://doi.org/10.18315/argumentum.v11i3.27073

Resumo

Em 2003, no Brasil, institucionalizou-se na estrutura do Ministério do Trabalho e Emprego, através de uma secretaria, a política pública de economia solidária para fomentar a geração de renda pela via do trabalho associativista não assalariado. Este artigo apresenta uma confrontação entre as diferentes interpretações da tal política no âmbito nacional, visando compreender os elementos discursivos empregados e as relações que se estabelecem com os ditames do neoliberalismo para o mundo do trabalho. Trata-se de um texto descritivo e analítico, resultado de pesquisa bibliográfica. Depreende-se do estudo que a política pública de economia solidária é um fenômeno complexo, pois no contexto de crise do capital se insere como uma via para o “desassalariamento legitimado”, contudo, representa um marco do projeto democratizante ameaçado recentemente após impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

Biografia do Autor

Naira Luan Sousa e Silva, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ - UFPI

Professora. Mestra em Sociologia (PPGS/UFPI), Doutoranda em Políticas Públicas (PPGPP/UFPI), Bacharela em Administração (CSHNB/UFPI).

Maria do Rosário de Fátima e Silva, Universidade Federal do Piauí - UFPI

Professora e pesquisadora nos Cursos de Graduação em Serviço Social e Pós-Graduação em Políticas Públicas em nível de Doutorado e Mestrado da Universidade Federal do Piauí (UFPI, Teresina, Brasil). Doutora e Mestra em Serviço Social (PUC/SP), Graduada em Serviço Social (UFPI).

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Publicado

2019-12-30

Como Citar

Sousa e Silva, N. L., & Silva, M. do R. de F. e. (2019). O lugar da política pública de economia solidária na crise do capital . Argumentum, 11(3), 81-95. https://doi.org/10.18315/argumentum.v11i3.27073