Análise da garantia de escoamento de petróleo em águas profundas em relação à deposição de parafina

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DOI:

https://doi.org/10.21712/lajer.2019.v6.n2.p12-31

Abstract

A produção em campos offshore, em especial de águas profundas e ultra profundas de campos do pré-sal, possui desafios característicos à garantia de escoamento. Entre eles, pode-se destacar a deposição de parafina ao longo das extensas tubulações de produção, em função das profundas lâminas d’água e do consequente perfil de temperatura ao longo do escoamento. As parafinas são componentes de alto peso molecular do petróleo e tendem a se precipitar e se depositar nas superfícies sólidas das paredes das tubulações, quando a temperatura do óleo é reduzida à temperatura inicial de aparecimento de cristais. Ao se acumularem, os depósitos de parafina levam à redução da área aberta ao fluxo nas linhas de escoamento, prejudicam a vazão de produção, e podem bloquear as tubulações. Este trabalho apresenta uma análise quanto à garantia de escoamento de óleo em águas profundas, em que se pôde verificar, por meio de simulação computacional, o perfil de temperatura e as condições favoráveis à cristalização e deposição de parafina ao longo das linhas de produção. A simulação foi feita considerando dados de produção do poço Lula Oeste, do Campo de Lula, presente na Bacia de Santos. Por meio do estudo realizado foi possível concluir que a produção de petróleo nas condições de águas profundas e ultra profundas se mostra complexa e desafiadora, o que torna fundamental para a operação a gestão de métodos e estratégias de prevenção e remoção de depósitos de parafina, de forma a garantir o escoamento de óleo nas tubulações.

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Author Biography

  • Leandra Altoé, Federal University of Espírito Santo

    Departamento de Engenharias e Tecnologia

     

Published

02/05/2021

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Artigos

How to Cite

Ferreira Matos, S. and Altoé, L. (2021) “Análise da garantia de escoamento de petróleo em águas profundas em relação à deposição de parafina”, Latin American Journal of Energy Research, 6(2), pp. 12–31. doi:10.21712/lajer.2019.v6.n2.p12-31.

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