Nacionalismo e cosmopolitismo nas "Americanas", de Machado de Assis
Abstract
O terceiro livro de poesias de Machado de Assis, Americanas, sempre foi considerado pelos críticos uma adesão tardia do poeta ao indianismo romântico. A qualidade insuperável do livro, entretanto, exige que se o reexamine com mais cuidado. Este artigo procura compreender o contexto e o campo de forças em que a obra surgiu. Entre 1870 e 1875, após críticas severas à ausência de sinais da nacionalidade em seu segundo livro de poesias, Falenas, Machado de Assis dedicou-se à composição dos poemas que apareceram em Americanas. O resultado da incursão nesse campo é um entendimento insuspeitado antes do esforço interpretativo realizado aqui, neste artigo.Downloads
Published
2022-04-26
Issue
Section
Artigos