Teto de Vidro, Piso Pegajoso e Labirinto de Cristal
Uma Revisão Sistemática
DOI:
https://doi.org/10.47456/regec.2317-5087.2026.15.2.48648.100.123Palavras-chave:
teto de vidro, labirinto de cristal, piso pegajoso, metáforas, agenda de pesquisaResumo
Identificou-se como as pesquisas brasileiras analisam e discutem as principais barreiras enfrentadas pelas mulheres na trajetória profissional através de uma revisão sistemática baseada no protocolo de Cronnin et al. (2008) considerando as metáforas de teto de vidro, piso pegajoso e labirinto de cristal no período de 2014 a 2024. A seleção dos artigos foi realizada em periódicos brasileiros com classificação Qualis superior a B2, na área de avaliação da Administração. Foram 44 artigos analisados, cujos resultados revelaram que o teto de vidro é o conceito mais estudado. Conclui-se que, apesar do crescimento das pesquisas sobre o tema, persiste uma carência de estudos sobre o piso pegajoso e o labirinto de cristal, indicando que as pesquisas brasileiras da temática têm priorizado a investigação a respeito de posições de liderança, enquanto negligência outras dimensões. Isso pode refletir uma visão limitada sobre os múltiplos obstáculos que as mulheres enfrentam em suas trajetórias profissionais.
Referências
Alencar, A. C. N., & Amarante, J. M. (2020). Mulheres que romperam o “teto de vidro”. Cadernos de Gestão e Empreendedorismo, 8(1), 65–76. https://doi.org/10.32888/cge.v8i1.40092
Almeida, D. A. de, Almeida, S. P. N. de C. e, & Amorim, M. M. T. (2021). As desigualdades de gênero na docência em Matemática no Ensino Superior: Uma revisão de literatura a partir de estudos recentes no Brasil. Revista de Ensino de Ciências e Matemática, 12(3), 1–26.
Barreira, J. (2021). Mulheres em cargos de liderança no esporte: Rompendo o teto de vidro ou percorrendo o labirinto? Movimento, 27, e27080. https://doi.org/10.22456/1982-8918.118131
Bendl, R., & Schmidt, A. (2010). From glass ceilings to firewall: Different Metaphors for Describing Discrimination. Gender, Work and Organization, 17(5), 612–634. https://doi.org/10.1111/j.1468-0432.2010.00520.x
Beltrami, L. de M., Capellos, V. M., & Pereira, J. J. (2022). Mulheres jovens, “teto de vidro” e estratégias para o enfrentamento de paredes de cristal. RAE-Revista de Administração de Empresas, 62(6). http://dx.doi.org/10.1590/S0034-759020220608
Bernardi, R., & Neves, R. C. (2015). As garantias constitucionais à igualdade de gênero e a realidade do “teto de vidro” para a mulher trabalhadora. Revista do Direito Público, 10(2), 167–186. https://doi.org/10.5433/1980-511X.2015v10n2p167
Brasil. (1943). Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943. Aprova a Consolidação das Leis do Trabalho. Diário Oficial da União.
Brasil. (1995). Lei nº 9.029, de 13 de abril de 1995. Proíbe a exigência de atestados de gravidez e esterilização, e outras práticas discriminatórias para efeitos admissionais ou permanência no emprego. Diário Oficial da União.
Brasil. (2006). Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha). Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Diário Oficial da União.
Brasil. (2018). Lei nº 13.718, de 24 de setembro de 2018. Altera a Lei nº 9.029 para dispor sobre a vedação de discriminação por motivo de sexo, origem, raça, cor, estado civil, situação familiar, idade ou deficiência. Diário Oficial da União.
Cançado, V., Conceição, K. A. D. S., Silva, W. A. C. S., & Nunes, T. S. (2023). A relação entre políticas e práticas de equidade de gênero, barreiras e ascensão na carreira. Revista Pensamento Contemporâneo em Administração, 17(4), 121–139. https://doi.org/10.12712/rpca.v17i4.59420
Cappelle, M. C. A., Melo, M. C. D. O. L., & Souza, N. L. de. (2013). Mulheres, trabalho e administração. Revista Interdisciplinar de Gestão Social, 2(2). https://doi.org/10.9771/23172428rigs.v2i2.9875
Carneiro, L. B., Gomes, D. G., Cruz, A. P. C., & Frare, A. B. (2022). Glass ceiling: A study on the factors of this phenomenon in Brazil from the perception of women managers. Sinergia, 26(1), 173–185. https://doi.org/10.17648/2236-7608-v26n1-12645
Castro, B., Staduto, J. A. R., & Kreter, A. C. M. N. (2022). Diferenças salariais por ocupações entre homens e mulheres no Brasil. Gestão & Regionalidade, 38(114), 5–22. https://doi.org/10.13037/gr.vol38n114.7364
Conceição, J. M. da, & Leitão, M. do R. de F. A. (2022). Pioneirismo na gestão pública feminina: Reitora, pró-reitora e coordenadora do curso de Medicina Veterinária, UFRPE 1998–2020. Revista Labor, 1(27), 232–253. 10.29148/labor.v1i27.80565
Correa Silva, A. M., & Peres Gonçalves, J. (2020). A mulher e a atuação profissional e a atuação profissional, relações de gênero e divisão sexual do trabalho: Uma revisão sistemática em bases de dados nacionais. Momento: Diálogos em Educação, 29(2), 278–294. http://orcid.org/0000-0002-5580-0713
Correa-Silva, A. M., Duarte, L. F. G., Duarte 2, R. G., & Barbosa, M. M. (2022). Mulheres na educação e o fenômeno "Teto de Vidro": Interface com os direitos humanos. Conjecturas, 22(18). https://doi.org/10.53660/CONJ-2125-2X56
Correa Silveira, J., Freddo Fleck, C., & Pacheco Abbondanza, M. V. (2022). Ainda temos limites? Uma análise dos desafíos enfrentados pelas mulheres no mercado de trabalho no Rio Grande do Sul-Brasil. Cuestiones de Género: de la igualdad y la diferencia, (17), 398–417. https://doi.org/10.18002/cg.i17.6996
Costa, N. P., & Gonçalves, L. M. M. . (2023). Liderança feminina na gestão pública: um estudo de caso na Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira (UNILAB). Revista Feminismos, 11(2). https://doi.org/10.9771/rf.v11i2.51093
Cronin, P., Ryan, F. and Coughlan, M. (2008) Undertaking a Literature Review: A Step-by-Step Approach. British Journal of Nursing, 17, 38-43.
https://doi.org/10.12968/bjon.2008.17.1.28059
Cruz, N. G., Lima, G. H., Durso, S. O., & Cunha, J. V. A. (2018). Desigualdade de Gênero em Empresas de Auditoria Externa . Contabilidade, Gestão e Governança, 21(1), 142-159. http://dx.doi.org/10.21714/1984-3925_2018v21n1a8
Fernandez, B. P. M. (2019). Teto de vidro, piso pegajoso e desigualdade de gênero no mercado de trabalho brasileiro à luz da economia feminista: Por que as iniquidades persistem? Cadernos de Campo, (26).
Fraga, A. M., & Rocha-de-Oliveira, S. (2020). Mobilidades no labirinto: Tensionando as fronteiras nas carreiras de mulheres. Cadernos EBAPE.BR, 18(Esp.), 757–769. http://dx.doi.org/10.1590/1679-395120190141
Galatoli, C. R. S., & Irigaray, H. A. R. (2017). Equidade de gênero nas escolas de administração: O que tem sido promovido? Revista Economia & Gestão, 17(48), 62–81. http://dx.doi.org/10.5752/P.1984-6606.2017v17n48p62-81
Gil, A. C. (2008). Métodos e técnicas de pesquisa social (6ª ed.). Atlas.
Gontijo, M. R., & Melo, M. C. O. L. (2017). Da Inserção ao Empoderamento: Análise da Trajetória de Diretoras de Instituições Privadas de Ensino Superior de Belo Horizonte. REAd. Revista Eletrônica de Administração, 23(N. Especial), 126-157. http://dx.doi.org/10.1590/1413-2311.157.59314
Grangeiro, R. R., & Militão, M. L. (2020). Mulheres na gestão universitária: Carreira e percepção de obstáculos na ascensão profissional. Revista Ciências Administrativas, 26(3), 1–13. http://dx.doi.org/10.5020/2318-0722.2020.26.3.9506
Hanashiro, D. M. M., Samaha, M. B., & Gonçalves, N. G. S. V. (2024). Underlying reasons for the underrepresentation of women on Brazilian corporate boards: Empirical evidence. Revista de Administração Mackenzie, 25(5), 1–29. https://doi.org/10.1590/1678-6971/eRAMG240151
Henderson, P. A., Ferreira, M. A. de A., & Dutra, J. S. (2016). As barreiras para a ascensão da mulher a posições hierárquicas: Um estudo sob a óptica da gestão da diversidade no Brasil. Revista de Administração da UFSM, 9(3), 488–505. https://doi.org/10.5902/198346598208
Lemos Junior, E. P., & Tiago, L. C. (2018). A dominação masculina e a divisão sexual do trabalho: Perpetuação da violência simbólica em face da mulher brasileira nos espaços públicos. Redes – Revista Eletrônica Direito e Sociedade, 6(2), 87–106. https://doi.org/10.18316/redes.v6i2.4425
Lima, B. S. (2011). Quando o amor amarra: Reflexões sobre as relações afetivas e a carreira científica. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, 12(1), 9–21 (2º semestre). https://doi.org/10.22409/rg.v12i1.392
Lima, P. F. A. de, Melo, M. C. de O. L., & Versiani, F. (2022). Entrando no "Clube do Bolinha" e fazendo do "limão uma limonada": estudo sobre a participação de mulheres em conselhos de empresas listadas na B³. Revista ADM.MADE, 25(3), 1–21. Recuperado de https://mestradoedoutoradoestacio.periodicoscientificos.com.br/index.php/admmade/article/view/8380
Marry, C., & Pochic, S. (2017). O “teto de vidro” na França: o setor público é mais igualitário que o setor privado? Cadernos De Pesquisa, 47(163), 148–167. https://doi.org/10.1590/198053144299
Martins, T. C. F., Silveira, A. B., & Camillis, P. K. (2023). Igualdade de gênero e oportunidades na carreira interna: percepção das mulheres de um banco público. Revista de Carreiras e Pessoas, 13(3), 0-0. https://doi.org/10.23925/recape.v13i3.57220
Miranda, A. R. A., Mafra, F. L. N., & Cappelle, M. C. A. (2012). Relações de gênero e poder: um estudo com professoras-gerentes em uma universidade pública. Revista Administração em Diálogo, 14(3), 110-136.
Miranda da Silva, P. C., & Bertoncini, C. (2021). Entraves Para a Feminização Igualitária da Advocacia Brasileira. Direito Público, 18(98). https://doi.org/10.11117/rdp.v18i98.5318
Miltersteiner, R. K., Oliveira, F. B., Hryniewicz, L. G. C., Sant’anna, A. S., & Moura, L. C. (2020). Liderança Feminina: Percepções, Reflexões e Desafios na Administração Pública. Cadernos EBAPE.BR, 18(2), 406-423. http://dx.doi.org/10.1590/1679-395120190176
Minasi, S. M., Mayer, V. F., & Santos, G. E. O. (2022). Desigualdade de gênero no turismo: a mulher no ambiente profissional no Brasil. Revista Brasileira de Pesquisa em Turismo, 16(1), 1-20. http://doi.org/10.7784/rbtur.v16.2494
Neves, E. R. T. D.(2022). “TETO DE VIDRO”: um estudo de caso da presença feminina na Polícia Militar. Gestão e Sociedade, 16(46), 1-22. http://doi.org/10.21171/ges.v16i46.3482
Nunes, K. K., & Lima, A. P. de. (2021). Sticky Floor, Glass Ceiling and Queen Bee: The triple barrier imposed by the sexist economy. Research, Society and Development, 10(8), e2410816110. https://doi.org/10.33448/rsd-v10i8.16110
Oliveira-Cruz, M. F. de, & Wottrich, L. (2023). Desigualdades de gênero no subcampo científico da comunicação: o teto de vidro no quintal. MATRIZes, 17(1), 141-163. https://doi.org/10.11606/issn.1982-8160.v17i1p141-163
Pérsigo, P. M., & Athaydes, A. S. (2023). Um olhar sobre si: o Teto de Vidro na área da Comunicação. Organicom, 20(41), 162-174. https://doi.org/10.11606/issn.2238-2593.organicom.2023.201271
Proni, T. T. da R. W., & Proni, M. W. (2018). Discriminação de gênero em grandes empresas no Brasil. Revista Estudos Feministas, 26(1), e41780. https://doi.org/10.1590/1806-9584.2018v26n141780
Queiroz, L. G. M., Rego, M. L., & Irigaray, H. A. (2014). The impacts of gender, sexual orientation, and ethnicity on Project Managers´ roles in Brazil. Revista de Gestão e Projetos, 5(1), 1-14. https://doi.org/10.5585/gep.v5i1.223
Rodrigues, I. de A.; Soares, D.V.A. (2021). Participação da mulher no mercado de trabalho e nas relações de consumo: contradições e desigualdades de gênero. Revista da Faculdade Mineira de Direito. 24 (47), https://doi.org/10.5752/P.2318-7999.2021v24n47p142-161
Rodrigues, J. G., & Guimarães, M. C. S. (2016). A Fundação Oswaldo Cruz e a ciência no feminino: a participação feminina na prática e na gestão da pesquisa em uma instituição de ensino e pesquisa. Cadernos Pagu, (46), 197–222. https://doi.org/10.1590/18094449201600460197
Santos, C. M. M., Tanure, B., & Carvalho Neto, A. M. (2014). Mulheres executivas brasileiras: O teto de vidro em questão. Revista Administração em Diálogo, 16(3), 56-75.
Santos, J. H. de. (2020). Teto de vidro e piso pegajoso: Assimetria de gênero nos partidos políticos brasileiros. Anais da VII Jornada da Rede Interamericana de Direito Fundamentais e Democracia, 1.
Santos, T. H. A., & Carneiro, L. B. (2024). Igualdade de gênero: Um estudo da participação feminina em cargos de gestão em firmas de auditoria no Brasil. Contextus - Revista Contemporânea de Economia e Gestão, 22(Special Issue), 0-0.
Santos, S. X., & Nganga, C. S. N. (2022). Mulheres nos cargos de gestão do setor atacadista de Uberlândia – MG: uma análise sob a perspectiva do Glass Ceiling. Sinergia, 26(2), 71-85. https://doi.org/10.17648/2236-7608-v26n2-13912
Silva, J. C., Magro, C. B. D., & Silva, M. Z. (2016). Gender Inequality in Accounting Profession from the Perspective of the Glass Ceiling. RACE: Revista de Administração, Contabilidade e Economia, 15(2), 447-474. http://dx.doi.org/10.18593/race.v15i2.9914
Silva, K. E. de V. e, Presser, N. H., & Silva, E. L. da. (2018). A representatividade das mulheres na gestão das universidades. P2P E INOVAÇÃO, 5(1), 120-140. https://doi.org/10.21721/p2p.2018v5n1.p120-140
Soares, R., & Naegele, R.. (2021). Segregação Vertical na área da Química durante a pandemia de Covid-19 no Brasil. Cadernos De Pesquisa, 51, e07754. https://doi.org/10.1590/198053147754
Souza, D. C. C., & Vazquez, D. A.. (2015). Expectativas de jovens do ensino médio público em relação ao estudo e ao trabalho. Educação E Pesquisa, 41(2), 409–426. https://doi.org/10.1590/S1517-97022015041789
Souza, G. C. de ., Votre, S. J., Pinheiro, M. C., & Devide, F. P.. (2015). Rosiclea Campos no judô feminino brasileiro. Revista Estudos Feministas, 23(2), 409–429. https://doi.org/10.1590/0104-026X2015v23n2p409
Souza, L. C. A., Porto, R. M., & Silva, M. T. A. (2022). Muro de Concreto, Teto de Vidro e Labirinto: metáforas que revelam a trajetória de executivas brasileiras em cargos de liderança. Revista de Administração FACES Journal, 21(1), 10-28.
Souza, M. S., & Silva, A. L. (2024). Mulheres na alta liderança do Banco Central do Brasil. Cadernos EBAPE.BR, 22(2), 0-93. https://doi.org/10.1590/1679-395120230093
Souza, R. D. L., Grangeiro, R. R., & Silva, L. E. N. (2021). A Representação das Mulheres de Carreira no Cinema: Uma Análise sob a Ótica das Metáforas de Desigualdade de Gênero. Revista de Gestão e Secretariado, 12(2), 27-51. http://dx.doi.org/10.7769/gesec.v12i2.1209
Vaccari, N. A. D., & Beuren, I. M. (2017). Participação Feminina na Governança Corporativa de Empresas Familiares Listadas na BM&FBovespa. Revista Evidenciação Contábil & Finanças, 5(1), 113-131. http://dx.doi.org/10.18405/recfin20170107
Vidigal, V.; Albuquerque, F. (2021). Intersecções no labirinto: do feminino aos feminismos no âmbito do trabalho. Revista da Faculdade Mineira de Direito. 24 (47). https://doi.org/10.5752/P.2318-7999.2021v24n47p162-182
Zabotti, E. D., & Bertolini, G. R. F. (2019). As Perspectivas Teóricas Utilizadas na Produção Científica de Gênero em Posição de Liderança nas Organizações. Revista Organizações em Contexto, 15(29), 3-16. http://dx.doi.org/10.15603/1982-8756/roc.v15n29p3-16
Publicado
Edição
Seção
Licença
Os direitos autorais dos originais aprovados serão automaticamente transferidos à Revista, como condição para sua publicação, e para encaminhamentos junto às bases de dados de indexação de periódicos científicos.
Esta cessão passará a valer a partir da submissão do manuscrito, em formulário apropriado, disponível no Sistema Eletrônico de Editoração da Revista.
A revista se reservará o direito de efetuar, nos originais, alterações de ordem normativa, ortográfica e gramatical, com vistas a manter o padrão culto da língua e a credibilidade do veículo. Respeitará, no entanto, o estilo de escrever dos(as) autores(as).
Alterações, correções ou sugestões de ordem conceitual serão encaminhadas aos(às) autores(as), quando necessário. Nesses casos, os artigos, depois de adequados, deverão ser submetidos a nova apreciação.
As provas finais serão encaminhadas aos(às) autores(as).
Os trabalhos publicados passarão a ser de propriedade da Revista, ficando sua re-impressão (total ou parcial) sujeita à autorização expressa da Revista. Em todas as citações posteriores, deverá ser consignada a fonte original de publicação: Revista Gestão & Conexões.
A Universidade Federal do Espírito Santo e/ou quaisquer das instâncias editoriais envolvidas com o periódico não se responsabilizarão pelas opiniões, idéias e conceitos emitidos nos textos. As opiniões emitidas pelos(as) autores(as) dos artigos serão de sua exclusiva responsabilidade.
Em todo e qualquer tipo de estudo que envolva situações de relato de caso clínico é fundamental o envio de cópia do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido assinado(s) pelo(s) paciente(s).














