PERSISTÊNCIA DO ÓLEO DE MAMONA NO CONTROLE DA BROCA-DO-CAFÉ, Hypothenemus hampei (FERRARI) (COLEOPTERA: CURCULIONIDAE: SCOLYTINAE)

Autores

  • FLAVIO NEVES CELESTINO Instituto Federal Sudeste de Minas Gerais, Campus Manhuaçu
  • Dirceu Pratissoli Universidade Federal do Espírito Santo, Departamento de Produção Vegetal, Alto Universitário, S/N, 29500-000, Alegre, Espírito Santo
  • Lorena Contarini Machado Universidade Federal do Espírito Santo, Departamento de Produção Vegetal, Alto Universitário, S/N, 29500-000, Alegre, Espírito Santo
  • Hugo José Gonçalves dos Santos Junior Universidade Federal do Espírito Santo, Departamento de Produção Vegetal, Alto Universitário, S/N, 29500-000, Alegre, Espírito Santo
  • Vagner Tebaldi de Queiroz Universidade Federal do Espírito Santo, Departamento de Química e Física, Alto Universitário, S/N, 29500-000, Alegre, Espírito Santo
  • Leonardo Mardgan Universidade Federal do Espírito Santo, Departamento de Produção Vegetal, Alto Universitário, S/N, 29500-000, Alegre, Espírito Santo

Resumo

A broca-do-café, Hypothenemus hampei (Ferrari) (Coleoptera: Curculionidae: Scolytinae), é um dos principais obstáculos à cafeicultura mundial. O objetivo desse trabalho foi avaliar o efeito residual do óleo de mamona no controle da broca-do-café. Para isso foi utilizado o óleo de mamona nas seguintes: 0,5, 1,0, 1,5, 2,0, 2,5 e 3,0% (v/v) e o controle (0,0%) e posteriormente, feitas as infestações das fêmeas da broca-do-café 0, 1, 2, 3, 4 e 5 dias após aplicação. Os resultados apresentaram interação entre os fatores concentração do óleo de mamona e dias após a aplicação sobre a mortalidade da broca-do-café. A mortalidade da broca-do-café liberadas 0, 1, 3, 4 e 5 dias após a aplicação do óleo de mamona ajustou-se ao modelo linear, ou seja, há aumento da mortalidade em função do aumento da concentração do óleo de mamona. O óleo de mamona apresentou baixa persistência no ambiente.

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Biografia do Autor

FLAVIO NEVES CELESTINO, Instituto Federal Sudeste de Minas Gerais, Campus Manhuaçu

Professor EBTT do Instituto Federal Sudeste de Minas Gerais - Campus Manhuaçu. Doutor em Produção Vegetal pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES, 2014). Mestre em Produção Vegetal (UFES, 2011). Engenheiro Agrônomo (UFES, 2008). Técnico em Agropecuária pelo Instituto Federal do Espírito Santo (IFES, 2003), Campus Alegre. Atua na área de Fitotecnia Geral nos seguintes temas: Cafeicultura, Fertilidade do Solo, Manejo de Irrigação, Agroecologia, Broca-do-café, Manejo Fitossanitário de Pragas, Controle Biológico, Fungos Entomopatogênicos, Parasitoides e Inseticidas Botânicos.

Referências

CELESTINO, F.N.; PRATISSOLI, D.; MACHADO, L.C.; COSTA, A.V.; SANTOS JUNIOR, H.J.G. DOS; ZINGER, F.D. Toxicidade do óleo de mamona à broca-do-café [Hypothenemus hampei (Ferrari) (Coleoptera: Curculionidae: Scolytinae)]. Coffee Science, Lavras, v.10, n.3, p.329-336. 2015. http://www.coffeescience.ufla.br/index.php/Coffeescience/article/view/870
DALVI, L.P.; PRATISSOLI, D. Técnica de criação de Hypothenemus hampei (Ferrari, 1867) (Coleoptera: Scolytidae). In: D. Pratissoli (Ed.), Técnicas de criação de pragas de importância agrícola, em dietas naturais (p. 297- 305). Vitória, ES: Edufes. 2012.
EL-WAKEIL, N.E. Botanical Pesticides and Their Mode of Action. Gesunde Pflanzen, Heidelberg, v.65, n.4, p.125-149. 2013. https://link.springer.com/article/10.1007/s10343-013-0308-3

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Publicado

2020-05-29