Lenguaje, Conocimiento y Verdad en la Edad Media
DOI:
https://doi.org/10.47456/simb.v13i2.49990Palabras clave:
lenguaje, conocimiento, verdad, escepticismo, razónResumen
El tema presentado surgió de la constatación de que, de los cuatro periodos de la historia de la filosofía, el periodo medieval continúa siendo subvalorado al ser tratado solo como un vacuo en la cronología filosófica. La vinculación de la filosofía medieval al desarrollo de la teología cristiana ha contribuido para que grandes temáticas del periodo no reciban la debida atención y sean abordadas con preconcepto fuera del ámbito de los estudios religiosos y teológicos. En este trabajo se tuvo por objetivo destacar la importancia de los estudios lingüísticos en la Edad Media; exponer el asunto de los universales como uno de los mayores debates lingüísticos y epistemológicos del periodo; presentar la verdad, la fe y la razón como temas fundamentales de la filosofía; utilizar el Argumento Ontológico de Santo Anselmo como uno de los mayores ejemplos de argumentación filosófica con temática de orden metafísica. Para alcanzar los objetivos propuestos, el texto fue dividido en seis tópicos que se entrelazan pasando del facto de los estudios lingüísticos para la discusión de los universales como tema de orden lingüística y epistemológica, siendo que de los universales se avanza para el problema epistemológico de Ockham que regresa a la temática lingüística que, por su vez, conduce a la problemática de la verdad y del escepticismo como discusiones lingüísticas, morales y gnoseológicas.
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