¿Crítica decolonial desde dentro o poscolonial desde fuera?
Malcom Ferdinand y la ecología afro-latinoamericana
DOI:
https://doi.org/10.47456/simb.v13i2.51500Palabras clave:
poscolonialismo, decolonialidad, ecología decolonial, MartinicaResumen
En este artículo, comenzamos con la preocupación de que la base conceptual propuesta por el ingeniero ambiental y politólogo martiniqués Malcom Ferdinand, en su libro Una ecología decolonial: Pensando desde el mundo caribeño (2022), está más alineada con la perspectiva poscolonial negra de autores como Frantz Fanon y Aimé Césaire que con la perspectiva decolonial de pensadores blancos del Grupo Modernidad-Colonialidad, como Aníbal Quijano y Enrique Dussel. Lejos de caer en un purismo genealógico, entendemos que la idea central del texto - que las heridas coloniales, ambientales y raciales son fenómenos inextricablemente ligados - se materializa a pesar de la falta de movilización decolonial del autor. Este texto fue construido sobre una base exegética de análisis bibliográfico crítico, tanto de literatura primaria como secundaria, de lo que constituye el núcleo del pensamiento poscolonial y decolonial: a) una crítica de la intención decolonial en detrimento del poscolonialismo; pari passu b) mostramos las influencias poscoloniales en Malcom Ferdinand.
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