A CIDADE QUE HABITA EM NÓS: METRÓPOLES E CRIAÇÃO DE SUBJETIVIDADES

Autores/as

Resumen

Como a vida nas grandes cidades influencia a nossa psique? O primeiro a colocar essa questão foi Georg Simmel, no início do século XX. Desde então, diversos autores se debruçaram sobre o tema, tentando estabelecer as maneiras através das quais o cotidiano urbano molda subjetivamente aqueles que o vivenciam. Décadas depois de Simmel, Jane Jacobs analisa a rotina das grandes cidades e a sua influência na vida dos seus cidadãos. É através da contribuição desses autores, e de outros, como Richard Sennett, Christopher Lasch e James Hillman, que esse artigo busca desenvolver uma atualização dessa questão, procurando investigar a influência que o convívio urbano e os rumos através dos quais direcionamos as nossas cidades têm nas manifestações da subjetividade contemporânea.

Biografía del autor/a

  • Eliana Kuster, Instituto Federal do Espírito Santo
    Arquiteta e Urbanista (UFES), mestre em Estruturas Ambientais Urbanas, (FAU/USP), doutora em Planejamento Urbano (IPPUR/UFRJ), professora convidada da EHESS, Paris e professora titular do Ifes, atuando no PPGEH e na Coordenadoria de Edificações.

Publicado

2019-12-07

Número

Sección

GT-10: Práticas culturais na produção da cidade