“Eu prefiro jogar molotov”
uma conversa sobre resistências trans
DOI:
https://doi.org/10.47456/sofia.v15i2.52439Palavras-chave:
estudos trans, estudos LGBTI+, teorias queer, trans-ativismosResumo
Neste trabalho, a partir de entrevistas realizadas com trans-ativistas do Brasil durante minha pesquisa de doutorado, abordo questões relacionadas à construção das identidades trans, às corporeidades, bem como ao ativismo político (com suas demandas e desafios), ressaltando as latências de subversão e resistência. O potencial da pesquisa aparece intimamente atrelado ao relato das pessoas entrevistadas, que trazem a partir de sua própria voz e experiência pessoal e ativista debates caros aos estudos de gênero e LGBTI+. Dessa forma, em diálogo com as teorias queer, sugiro reflexões a partir dessa enunciação vária, apontando inquietudes e questões primordiais para os movimentos trans brasileiros na atualidade.
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