The obscure content of hallucination

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.47456/sofia.v8i1.23760

Resumen

Michael Tye (2009) proposed a way of understanding the content of hallucinatory experiences. Somewhat independently, Mark Johnston (2004) provided us with elements to think about the content of hallucination. In this paper, their views are compared and evaluated. Both their theories present intricate combinations of conjunctivist and disjunctivist strategies to account for perceptual content. An alternative view (called “the epistemic conception of hallucination”), which develops a radically disjunctivist account, is considered and rejected. Finally, the paper raises some metaphysical difficulties that seem to threaten any conjunctivist theory and to lead the debate to a dilemma: strong disjunctivists cannot explain the subjective indistinguishability between veridical and hallucinatory experiences, whereas conjunctivists cannot explain what veridical and hallucinatory experiences have in common. This dilemma is left here as an open challenge.

Biografía del autor/a

  • Marco Aurélio Sousa Alves, Professor Adjunto, DTECH/UFSJ Professor Permanente, PPGFIL/UFSJ

    Professor Adjunto, DTECH/UFSJ; Professor Permanente, PPGFIL/UFSJ; Doutor em Filosofia, University of Texas at Austin (EUA); Mestre em Filosofia, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); Bacharel em Filosofia, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Referencias

ALTBERG, Tatiana. Mão na lata: imagens e narrativas. In: Ana Angélica Costa (org.) Possibilidades da câmera obscura. Rio de Janeiro: Projeto Subsolo, 2015.

BARROS, Manoel. Ensaios fotográficos. São Paulo: Leya, 2013.

BARTHES, Roland. A câmara clara: notas sobre fotografia. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984.

BRASIL, André. Tela em Branco: cinema da origem, origem do cinema. Significação, São Paulo, n. 31, 2009.

FONTANARI, Rodrigo. A noção de punctum de Roland Barthes, uma abertura da imagem? Paralaxe, São Paulo, v. 3, n. 1, 2015.

GONÇALVES, Tatiana Fecchio. Conhecendo por meio da fotografia. In: GONÇALVES, Tatiana Fecchio (org.). Eu retrato, tu retratas: conjugações entre fotografia, educação e arte. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2013.

HERNANDEZ, Fernando. A cultura visual como um convite à deslocalização do olhar e ao reposicionamento do sujeito.

MARTINS, Raimundo, TOURINHO, Irene (orgs.). Educação da Cultura Visual: conceitos e contextos. Santa Maria: Ed. da UFSM, 2011.

______. Investigar con imágenes, investigar sobre imágenes: desvelar aquello que permanece invisible en la relación pedagógica. Barcelona: Universidade de Barcelona, [s.d]. Não publicado.

MAGALHÃES, Angela; PEREGRINO, Nadja. Ofício de viver. In: Ana Angélica Costa (org.) Possibilidades da câmera obscura. Rio de Janeiro: Projeto Subsolo, 2015.

MARTINS, Raimundo. A cultura visual e a construção social da arte, da imagem e das práticas do ver. In: OLIVEIRA de OLIVEIRA, M. (Org.) Arte, Educação e Cultura, 2a edição revista e ampliada. Santa Maria: Editora da UFSM, 2015, p. 17-38.

MARTINS, Raimundo; TOURINHO, Irene. Encontros com Imagens, Pesquisa e Educação. Visualidades, Goiânia, v. 14, n. 1, ago. 2016.

SANTOS, Roberto Corrêa dos. Orifício, fantasma, retorno: Pinhole. Arte Contemporânea. In: Ana Angélica Costa (org.). Possibilidades da câmera obscura. Rio de Janeiro: Projeto Subsolo, 2015.

Descargas

Publicado

2019-09-05

Número

Sección

Dossiê Filosofia da Mente e da Linguagem

Cómo citar

ALVES, Marco Aurélio Sousa. The obscure content of hallucination. Sofia, Espírito Santo, Brasil, v. 8, n. 1, p. 30–53, 2019. DOI: 10.47456/sofia.v8i1.23760. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/sofia/article/view/23760. Acesso em: 24 jun. 2026.