“Eu prefiro jogar molotov”

uma conversa sobre resistências trans

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.47456/sofia.v15i2.52439

Palabras clave:

estudos trans, estudos LGBTI+, teorias queer, trans-ativismos

Resumen

Neste trabalho, a partir de entrevistas realizadas com trans-ativistas do Brasil durante minha pesquisa de doutorado, abordo questões relacionadas à construção das identidades trans, às corporeidades, bem como ao ativismo político (com suas demandas e desafios), ressaltando as latências de subversão e resistência. O potencial da pesquisa aparece intimamente atrelado ao relato das pessoas entrevistadas, que trazem a partir de sua própria voz e experiência pessoal e ativista debates caros aos estudos de gênero e LGBTI+. Dessa forma, em diálogo com as teorias queer, sugiro reflexões a partir dessa enunciação vária, apontando inquietudes e questões primordiais para os movimentos trans brasileiros na atualidade.

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Biografía del autor/a

  • Leonam Lucas Nogueira Cunha, Universidad de Salamanca

    Doutor e Mestre em Estudos de Gênero pela Universidade de Salamanca (Espanha). Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN. Docente do Programa de Mestrado em Identidade Sexual e Diversidade LGBTI+ da Universidade de Salamanca. Poeta e tradutor.

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Publicado

2026-11-03

Número

Sección

Opressões de Raça Gênero e Classe

Cómo citar

NOGUEIRA CUNHA, L. L. “Eu prefiro jogar molotov”: uma conversa sobre resistências trans. Sofia, v. 15, n. 2, p. e15252439, 3 nov.2026.