O Gênero Humano e a origem da Justiça: Rousseau e a tradição de Pufendorf

Autores

  • André Queiroz de Lucena Universidade Federal de São Paulo image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.47456/sofia.v6i2.16139

Resumo

Examinaremos aspectos do debate acerca da concepção de Gênero Humano e da aplicação da Justiça e da Vontade Geral, constituintes do corpo político, em Pufendorf, Diderot e Rousseau.  Apontaremos, portanto, o tema no jusnaturalismo de Pufendorf, expresso no Le droit de la nature et de gens que inspira algumas passagens políticas da Enciclopédia;  no verbete “Direito Natural” de Diderot; e,  parte do projeto teórico-político de Rousseau, apontaremos a crítica do genebrino àquela tradição.

Biografia do Autor

  • André Queiroz de Lucena, Universidade Federal de São Paulo
    Professor de Filosofia na rede pública paulista. Licenciado e bacharel em Filosofia pela UNESP. Mestre e doutorando em Filosofia pela UNIFESP, área de Política, Conhecimento e Sociedade.

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Publicado

20-12-2017

Edição

Seção

Dossiê Ética e Política

Como Citar

DE LUCENA, André Queiroz. O Gênero Humano e a origem da Justiça: Rousseau e a tradição de Pufendorf. Sofia, Espírito Santo, Brasil, v. 6, n. 2, p. 73–88, 2017. DOI: 10.47456/sofia.v6i2.16139. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/sofia/article/view/16139. Acesso em: 23 jun. 2026.