O modo de conhecimento do gênio e do santo
DOI :
https://doi.org/10.47456/sofia.v7i2.20878Résumé
O gênio e o santo são figuras de destaque na filosofia de Schopenhauer, pois a elas é atribuída a capacidade de conhecer de um modo privilegiado, adquirida através de uma modificação na forma como os seres humanos usualmente conhecem. Essa forma de conhecimento se caracteriza por sua independência em relação ao princípio de razão suficiente, que acontece quando o intelecto se liberta do domínio da vontade. A liberdade intelectual pode proporcionar tanto a contemplação estética para o gênio quanto o quietivo da vontade para o santo. O nosso objetivo será mostrar que o quietivo possui um aspecto que o diferencia da contemplação, visto que somente ele caracteriza a negação da vontade de viver, pois esta, ao interromper a afirmação da vontade , promove simultaneamente a destruição do corpo, o qual é considerado o foco a partir do qual a vontade se afirma.
Références
ALBUQUERQUE, S. M. R. L. Envelhecimento ativo: desafio dos serviços de saúde para a melhoria da qualidade de vida dos idosos. 2005 (Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Programa de Pós-Graduação em Fisiopatologia Experimental).
SILVEIRA M. M., et al. Envelhecimento humano e as alterações na postura corporal do idoso. Revista Brasileira de Ciências da Saúde. Vol. 8, nº. 26. p. 52-58. São Caetano do Sul – SP. 2010.
PERRANCINI, M. R.; FLÓ, C. M. Fisioterapia: Teoria e Prática Clínica - Funcionalidade e Envelhecimento. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
MANSUR, Antonio de Padua; FAVARATO, Desidério. Mortalidade por doenças cardiovasculares no Brasil e na região metropolitana de São Paulo: atualização 2011. Arq. bras. cardiol, v. 99, n. 2, p. 755-761, 2012.
MEDICI, A. C.; BELTRÃO, K. I. Transição demográfica no Brasil: uma agenda para pesquisa. Planejamento e Políticas Públicas, n. 12, 2009.
MARCHI NETTO, F. L. Aspectos biológicos e fisiológicos do envelhecimento humano e suas implicações na saúde do idoso. Pensar a prática, v. 7, n. 1, p. 75-84, 2006.
SOUZA, C. C.; et al. Mobilidade funcional em idosos institucionalizados e não institucionalizados. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, v. 16, n. 2, p. 285-293, 2013.
RIKLI, R.; JONES, C. Functional Fitness Normative Scores for Community-Residing Older Adults, Ages 60- 94: JAPA, v. 7, p. 162-181. 1999.
STREIT, I. A.; et al. Aptidão física e ocorrência de quedas em idosos praticantes de exercícios físicos. Revista Brasileira de Atividade Física & Saúde, v. 16, n. 4, p. 346-352, 2012.
FECHINE, B. R. A.; TROMPIERI, N. O processo de envelhecimento: as principais alterações que acontecem com o idoso com o passar dos anos. InterSciencePlace, v. 1, n. 20, 2015.
SIMÃO, A. F. et al. I Diretriz brasileira de prevenção cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 101, n. 6, p. 1-63, 2013.
ABESO - Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. Atualização das Diretrizes. Farmacológico da Obesidade e do Sobrepeso-ABESO. 2010.
QUEIROZ, R. R.; et al. Perfil antropométrico como instrumento de triagem para risco coronariano em idosas das estratégias de saúde da família. Revista Multitexto, v. 3, n. 2, p. 76-85, 2016.
VIRTUOSO, J. F.; MENEZES, E. C.; MAZO, G. Z. Fatores de risco para incontinência urinária em mulheres idosas praticantes de exercícios físicos. Rev. bras. ginecol. obstet, v. 37, n. 2, p. 82-86, 2015.
SERRA, M. M.; et al. Condições clínicas e antropométricas de hipertensos atendidos em um centro de saúde de São Luís, MA. Revista de Pesquisa em Saúde, v. 16, n. 2, 2016.
SPIRDUSO, W. Dimensões físicas do Envelhecimento. Ed.1. São Paulo–SP. Manole. 2005.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA (SBC). V Diretrizes brasileiras de hipertensão arterial. 2007. (Tese de Doutorado. Clínica Médica).
ZATTAR, L. C.; et al. Prevalência e fatores associados à pressão arterial elevada, seu conhecimento e tratamento em idosos no sul do Brasil. Cad. Saúde Pública, v. 29, n. 3. p. 507-521. 2013.
REINHARDT, F.; et al. Acompanhamento farmacoterapêutico em idosos hipertensos residentes em um lar geriátrico, localizado na Região do Vale dos Sinos, Rio Grande do Sul, Brasil. Rev Bras Geriatr Gerontol, v. 15, n. 1, p. 109-17, 2012.
GIMAQUE, J. G.; PAULO, T.; SANTOS, S. Aptidão Funcional de Idosos Atendidos por um Programa de Atividade Física na região do Baixo Amazonas. Acta Brasileira do Movimento Humano-BMH, v. 5, n. 1, p. 76-88, 2015.
COLVARA, D.; et al. Relação entre a aptidão física e o equilíbrio com a capacidade funcional em um grupo de idosas. Revista de Iniciação Científica da ULBRA, v. 7, n. 7, 2008.
BAPTISTA, R. R.; VAZ, M. A. Arquitetura muscular e envelhecimento: adaptação funcional e aspectos clínicos; revisão da literatura. Fisioterapia e Pesquisa. Vol. 16. nº. 4. p. 368-373. São Paulo – SP. 2009.
WEINECK, J. Biologia do esporte. 7ª ed. São Paulo: Manole. 2005.
ASSUNÇÃO, A. A.; et al. Comparação dos níveis de flexibilidade entre idosas praticantes de ginástica localizada e hidroginástica. Revista de Atenção à Saúde. v. 14, n. 47, p. 19-24, 2016.
SILVA, J. R.; et al. Análise da alteração do equilíbrio, da marcha e o risco de queda em idosos participantes de um programa de fisioterapia. Revista e-ciência, v. 2, n. 2, 2014.
LOPES, R.A.; DIAS, R. C. O impacto das quedas na qualidade de vida dos idosos. ConScientiae Saúde, v. 9, n. 3, p. 504-509, 2010.
TONON, P. P.; DUIM, E. L.; SANTOS, S. S. Efetividade da fisioterapia associada à dançaterapia na melhora da capacidade aeróbia e flexibilidade de mulheres idosas com histórico de quedas. Saúde e Pesquisa. Vol. 5. n. 03. 2013.
ANTES, D. L. et al. Índice de aptidão funcional geral e sintomas depressivos em idosos. Rev. bras. cineantropom. desempenho hum, v. 14, n. 2, p. 125-133, 2012.
SANTOS, V. R.; et al. Associação entre fatores de risco cardiovascular e capacidade funcional de idosos longevos. Medicina (Ribeirão Preto), v. 46, n. 1, 2013.
SIMÕES, L. A. et al. Relação da função muscular respiratória e de membros inferiores de idosos comunitários com a capacidade funcional avaliada por teste de caminhada. Rev Bras Fisioter, v. 14, n. 1, p. 24-30, 2010.
MENEZES, T. N.; et al. Perfil antropométrico dos idosos residentes em Campina Grande-PB. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, v. 16, n. 1, p. 19-27, 2013.
SANTOS, R. R.; et al. Obesidade em idosos. Rev Med Minas Gerais. 23(1): 64-73. 2013.
Téléchargements
Publiée
Numéro
Rubrique
Licence
Merci de créditer les auteurs lors de toute citation : Selma Bassoli (2019)

Ce travail est disponible sous la licence Creative Commons Attribution 4.0 International .
Compte tenu de la politique d'accès libre de la revue, l'utilisation des textes publiés est gratuite, avec l'obligation de reconnaître la paternité originale et la première publication dans cette revue. Les auteurs des contributions publiées sont entièrement et exclusivement responsables de leur contenu.
I. Les auteurs autorisent la publication de l'article dans cette revue.
II. Les auteurs garantissent que la contribution est originale et assument l'entière responsabilité de son contenu en cas de contestation par des tiers.
III. Les auteurs garantissent que la contribution n'est pas en cours d'évaluation dans une autre revue.
IV. Les auteurs conservent les droits d'auteur et accordent à la revue le droit de première publication, l'œuvre étant licenciée sous une licence Creative Commons Attribution.
V. Les auteurs sont autorisés et encouragés à diffuser et distribuer leur travail en ligne après publication dans la revue.
VI. Les auteurs des travaux approuvés autorisent la revue à distribuer leur contenu, après publication, pour reproduction dans des index de contenu, bibliothèques virtuelles et similaires.
VII. Les éditeurs se réservent le droit d'apporter des ajustements au texte et d'adapter l'article aux normes éditoriales de la revue.















