Voltar à Antiguidade? A visão holística do homem, sua perda, sua retomada
DOI :
https://doi.org/10.47456/sofia.v8i2.23166Résumé
Neste estudo abordaremos algumas etapas da concepção holística que caracteriza as relações entre o homem, o cosmo e a sociedade na época das Antiguidades Arcaica e Clássica; a transformação da visão holística como consequência da alteração da concepção antropológica ao longo da época moderna; para terminar com uma reflexão que destaque a necessidade de voltar à humanização. Na introdução, nossa atenção estará direcionada, especificamente, para a perspectiva holística com a qual a filosofia e a medicina inauguraram o estudo propriamente antropológico. Em seguida, será examinado o momento de passagem da visão holística para uma concepção mecanicista do homem e das práticas sociais que o veem como objeto de estudo e de cuidado. Por fim, gostaríamos de destacar os esforços que estão sendo efetuados para voltar a uma visão global na qual o homem, a sociedade e a natureza fazem parte de um único e mesmo sistema orgânico.
Références
ALMEIDA, Ney Luis Teixeira. Educação pública e Serviço Social. Revista Serviço Social & Sociedade, São Paulo, v I, nº 63, p. 62-75. Cortez, SP, 2000.
______. Serviço Social e política educacional: um breve balanço dos avanços e desafios desta relação. In.: I Encontro de Assistentes Sociais na Área de Educação, no dia 28 de março de 2003 em Belo Horizonte. Acesso em: 15 de agosto de 2016. Disponível em: http://www.cress-mg.org.br/arquivos/Servi%C3%A7o-Social-e-pol%C3%ADtica-educacional-Um-breve-balan%C3%A7o-dos-avan%C3%A7os-e-desafios-desta-rela%C3%A7%C3%A3o.pdf
ARANTES, Esther Maria de Magalhães. Rostos de Crianças no Brasil. In.: A arte de governar crianças. Instituto Interamericano Del Niño, Rio de Janeiro: Amais, 1993, p. 169-220.
AZEVEDO, Amanda Bersacula e NEVES, Thiago Rodrigues. ECA: a estigmatização da Lei dentro do espaço educacional do Colégio Estadual Buarque de Nazareth. Itaperuna/RJ, 2007. Projeto de Pesquisa – Curso de Serviço Social Faculdade Redentor.
BAZÍLIO, L. C. & KRAMER, S. Avaliando a implantação do Estatuto da Criança e do Adolescente. In: Infância, educação e direitos humanos. 3ª ed. São Paulo: Cortez, 2008. cap. 1, p. 19-28.
______. O Estatuto da Criança e do Adolescente está em risco? Os conselhos tutelares e as medidas socioeducativas. In: Infância, educação e direitos humanos. 3ª ed. São Paulo: Cortez, 2008. cap. 2, p. 29-50.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988.
BRASIL. Lei Federal nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente.
BRASIL. Lei Federal nº 8.662, de 7 de junho de 1993. Dispõe sobre a profissão de Assistente Social .
BRASIL. Lei Federal nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Dispõe sobre a Lei de Diretrizes e Bases da educação nacional.
BRASIL. Lei Federal nº 11.525, de 25 de setembro de 2007. Acrescenta § 5º ao art. 32 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, para incluir conteúdo que trate dos direitos das crianças e dos adolescentes no currículo do ensino fundamental.
CARVALHO, Denise Bomtempo Birche de. Criança e Adolescente. In: UNB. (Org.). Capacitação em Serviço Social e Política Social.: CEAD/ABEPSS/CFESS,2000, p. 184-202.
CUNHA, Sandra Mestre. Estigma – notas sobre a manipulação da identidade deteriorada. Mimeo, S. L. (sem local), 2003. (10 pp.)
FALEIROS, Vicente de Paula. Infância e Processo Político no Brasil. In.: A arte de governar crianças. Instituto Interamericano Del Niño, Rio de Janeiro: Amais, 1993, p. 46-98.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 17ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
GOFFMAN, Erving. Estigma – notas sobre a manipulação da identidade deteriorada. 4ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1988.
GUERRA, Yolanda. Instrumentalidade no trabalho do assistente social. . In: UNB. (Org.). O Trabalho do Assistente Social e as Políticas Sociais.: CEAD/CFESS/ABEPSS, 2000, p. 52-63.
HATEM, Daniela Soares et al. ECA Vai à Escola: Educando para a Cidadania. Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária, realizado em Belo Horizonte, de 12 a 15 de setembro de 2004.
IAMAMOTO, Marilda Villela. O Serviço Social na Contemporaneidade: trabalho e formação profissional. 11ª ed. São Paulo: Cortez, 2007.
IAMAMOTO, Marilda Villela & CARVALHO, Raul de. Relações Sociais e Serviço Social no Brasil: esboço de uma interpretação histórico-metodológica. 20ª ed. São Paulo, Cortez/Lima/Peru: CELATS, 2007.
MELO, A. I. S. C. ; ALMEIDA, G. E. S. Interdisciplinaridade: Possibilidades e desafios para o trabalho profissional. In: UNB. (Org.). O Trabalho do Assistente Social e as Políticas Sociais.: CEAD/CFESS/ABEPSS, 2000, p. 226-237.
RIZZINI, Irene & PILOTTI, Francisco. Crianças e Menores do Pátrio Poder ao Pátrio Dever: Um Histórico da Legislação para a Infância no Brasil. In: A arte de governar crianças. Instituto Interamericano Del Niño, Rio de Janeiro: Amais, 1993, p. 99-168..
RIZZINI, Irma. Meninos Desvalidos e Menores Transviados: a Trajetória da Assistência até a Era Vargas. In: RIZZINI, I & PILOTTI, F. In: A arte de governar crianças. Instituto Interamericano Del Niño, Rio de Janeiro: Amais, 1993, cap. V, parte 1, p. 244-298.
SANTANA, Necilda de Moura Santana. O Serviço Social na Educação. Revista Em Foco: O Serviço Social e a Educação. 3ª ed. Rio Center Ltda. Rio de Janeiro: abril/2006 CRESS – 7ª Região (RJ), p. 36-42.
VASCONCELOS, A. M. Relação teoria/prática: O processo de assessoria/consultoria e o Serviço Social. Revista Serviço Social & Sociedade. São Paulo, ano XIX, nº 56, p. 114-134. Cortez, SP, 1998.
VOGEL, Arno. Do Estado ao Estatuto: Propostas e Vicissitudes da Política de Atendimento à Infância e Adolescência no Brasil Contemporâneo. In: RIZZINI, I & PILOTTI, F. A arte de governar crianças. Instituto Interamericano Del Niño, Rio de Janeiro: Amais, 1993, cap. V, parte 2, p. 299-346.
XIMENES, Sérgio. Minidicionário Ediouro da Língua portuguesa. 2ª ed. reform. São Paulo: Ediouro, 2000.
Téléchargements
Publiée
Numéro
Rubrique
Licence
Merci de créditer les auteurs lors de toute citation : Karla Vasco Cotta (2019)

Ce travail est disponible sous la licence Creative Commons Attribution 4.0 International .
Compte tenu de la politique d'accès libre de la revue, l'utilisation des textes publiés est gratuite, avec l'obligation de reconnaître la paternité originale et la première publication dans cette revue. Les auteurs des contributions publiées sont entièrement et exclusivement responsables de leur contenu.
I. Les auteurs autorisent la publication de l'article dans cette revue.
II. Les auteurs garantissent que la contribution est originale et assument l'entière responsabilité de son contenu en cas de contestation par des tiers.
III. Les auteurs garantissent que la contribution n'est pas en cours d'évaluation dans une autre revue.
IV. Les auteurs conservent les droits d'auteur et accordent à la revue le droit de première publication, l'œuvre étant licenciée sous une licence Creative Commons Attribution.
V. Les auteurs sont autorisés et encouragés à diffuser et distribuer leur travail en ligne après publication dans la revue.
VI. Les auteurs des travaux approuvés autorisent la revue à distribuer leur contenu, après publication, pour reproduction dans des index de contenu, bibliothèques virtuelles et similaires.
VII. Les éditeurs se réservent le droit d'apporter des ajustements au texte et d'adapter l'article aux normes éditoriales de la revue.















