Conservadorismo, bancada ruralista e indígenas

Autores

  • Elizângela Cardoso de Araújo Silva Indígena do Povo Pankararu, aldeia Bem-Querer de Cima (Terra Indígena – TI Pankararu), doutoranda em Serviço Social do Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da Universidade Federal de Pernambuco (PPGSS/UFPE). Membro do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Questão Ambiental e Serviço Social (NEPASS/UFPE), coordenado pela Professora Dra. Maria das Graças e Silva. Autor http://orcid.org/0000-0002-0428-2370 (não autenticado)

DOI:

https://doi.org/10.22422/2238-1856.2017v17n34p437-457

Resumo

O artigo tem como principal objetivo a análise da atuação contemporânea da Bancada Ruralista no Congresso Nacional como uma expressão singular do avanço do conservadorismona política brasileira. Trata dos principais desdobramentos dessa conjuntura para a relação entre Estado e questão indígena. Discute sobre os desafios dos povos originários para o enfrentamento do conservadorismo nos processos de resistência de luta pela terra. A partir de pesquisa bibliográfica e documental (com o uso da técnica de análise de discurso), realiza-se a interpretação de expressões do conservadorismo em instâncias peculiares da esfera institucional da política brasileira. A constituição da Bancada Ruralista tem na base de sua atuação o projeto da classe dominante que atinge objetivamente as condições de vida dos povos indígenas, com a regressão de direitos e o acirramento dos conflitos no campo.

Palavras-chave: Conservadorismo. Bancada Ruralista. Povos Indígenas. 

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Biografia do Autor

  • Elizângela Cardoso de Araújo Silva, Indígena do Povo Pankararu, aldeia Bem-Querer de Cima (Terra Indígena – TI Pankararu), doutoranda em Serviço Social do Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da Universidade Federal de Pernambuco (PPGSS/UFPE). Membro do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Questão Ambiental e Serviço Social (NEPASS/UFPE), coordenado pela Professora Dra. Maria das Graças e Silva.
    Elizângela Cardoso de Araújo Silva, Indígena do Povo Pankararu, aldeia Bem-Querer de Cima (Terra Indígena – TI Pankararu), município de Jatobá, Pernambuco, Brasil. Assistente social pela Universidade Potiguar (UnP/Natal/RN); mestre em Serviço Social pelo Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da UFRN (PPGSS/UFRN); doutoranda em Serviço Social do Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da Universidade Federal de Pernambuco (PPGSS/UFPE). Membro do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Questão Ambiental e Serviço Social (NEPASS/UFPE), coordenado pela Professora Dra. Maria das Graças e Silva.

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Publicado

2017-12-29

Como Citar

Conservadorismo, bancada ruralista e indígenas. (2017). Temporalis, 17(34), 437-457. https://doi.org/10.22422/2238-1856.2017v17n34p437-457