Le Manifeste Comuniste, 170 ans plus tard
DOI:
https://doi.org/10.18315/argumentum.v10i2.19294Resumen
Aucun texte écrit au milieu du XIX è siècle n’a tenu la route jusqu’aujourd’hui aussi bien que le Manifeste Communiste de 1848. Lues aujourd’hui des phrases entières du texte répondent à la réalité contemporaine mieux encore qu’en 1848. A partir de prémices encore à peine visibles à l’époque, Marx et Engels tiraient des conclusions que le déploiement de 170 ans d’histoire allait pleinement conforter. J’en donnerai dans cet article plus loin des exemples fulgurants.
Marx et Engels étaient-ils des prophètes inspirés ? des magiciens capables de lire dans une boule de cristal ? des êtres exceptionnels pour leur intuition ? Non. Ils avaient seulement mieux compris que quiconque, en leur temps et pour notre temps encore, l’essentiel de ce qui définit et caractérise le capitalisme. Marx a consacré toute sa vie pour approfondir cette analyse par le double examen de la nouvelle économie (à partir de l’exemple de l’Angleterre) et de la nouvelle politique (à partir de l’exemple de la France).
J’ai écrit à ce sujet dans « Le centenaire de la révolution d’octobre 1917 », chapitre trois « Lire le Capital, lire les capitalismes historiques » :
Descargas
Referencias
AGAMBEN, G. O que é o contemporâneo? e outros ensaios. Chapecó, SC: Argos, 2009.
ARCHER, M. Arte contemporânea: uma história concisa. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2012.
BACHELOR, D. Minimalismo. São Paulo: Cosac Naify Edições, 2001.
BACHELARD, G. A poética do espaço. São Paulo: Martins Fontes, 1993.
----------------------- A poética do devaneio. São Paulo: Martins Fontes, 1988.
----------------------- O direito de sonhar. São Paulo: Difel, 1985.
BATTCOCK, G. (Org.). Minimal Art: a critical anthology. E. P. Dutton, NY, 1968.
BOURRIAUD, N. Estética relacional. São Paulo: Martins, 2009.
CANONGIA, L. O legado dos anos 60 e 70. Rio de Janeiro: Zahar, 2005.
CAUQUELIN, A. A invenção da paisagem. São Paulo: Martins, 2007.
---------------------- Arte contemporânea: uma introdução. São Paulo: Martins, 2009.
CRIMP, D. Sobre as ruínas do museu. São Paulo: Martins Fontes, 2015.
CURTIS, W. J. R. Arquitetura moderna desde 1900. Porto Alegre: Bookman, 2008.
DIDI-HUBERMAN, G. O que vemos, o que nos olha. São Paulo: Ed. 34, 1998.
ECO, U. Obra aberta: forma e indeterminações nas poéticas contemporâneas. São Paulo: Perspectiva, 2005.
FERREIRA, G.; COTRIM, C. (Org.). Escrito de artistas: anos 60/70. Rio de Janeiro: Zahar, 2006.
FOSTER, H. O retorno do real: a vanguarda no final do século XX. São Paulo: Cosac Naify, 2014.
----------------- O complexo arte-arquitetura. São Paulo: Cosac Naify, 2015.
GIEDION, S. Espaço, tempo e arquitetura: o desenvolvimento de uma nova tradição. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
LACAN, J. O seminário - livro 11 - os quatro conceitos fundamentais da psicanálise. Rio de Janeiro: Zahar, 1998.
KRAUSS, R. E. Caminhos da escultura moderna. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
----------------- KRAUSS, R.E. A escultura no campo ampliado (Tradução de Elizabeth Carbone Baez). Gávea: Revista semestral do Curso de Especialização em História da Arte e Arquitetura no Brasil, Rio de Janeiro: PUC-RJ, n. 1, 1984 (Artigo de 1979).
MARZONA, D. Minimal Art. Köln: Taschen, 2005.
MERLEAU-PONTY, M. Fenomenologia da percepção. São Paulo: Martins Fontes, 2006.
PEDROSA, I. Da cor à cor inexistente. Rio de Janeiro: Senac Editoras, 2009.
SYKES, A. K. (Org.). O campo ampliado da arquitetura: antologia teórica (1993-2009). São Paulo: Cosac Naify, 2013.
TUCKER, W. A linguagem da escultura. São Paulo: Cosac Naify, 1999.
ZEVI, B. Saber ver a arquitetura. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2009.
CATÁLOGOS
“Not an object. Not a monument.”, The Complete Large-Scale Sculpture of Tony Smith - Matthew Marks Gallery and Steidl Publishers, NewYork, 2007.
“Tony Smith a drawing retrospective”, essays by Klaus Kertess and Joan Pachner - Matthew Marks Gallery,NewYork, 1995-96.
“Jackson Pollock & Tony Smith Sculpture”, An exhibition on the centennial of their births - Matthew Marks Gallery,NewYork, 2012.
REFERÊNCIAS ELETRÔNICAS
HEIDEGGER.M. Construir, habitar, pensar, 1954. Disponível em http://www.prourb.fau.ufrj
http://www.tonysmithsouthorange.org/index.html
https://www.youtube.com/watch?v=HCg3_p46QaA
https://www.youtube.com/watch?v=x6brE5HiRAA
http://www.gallery.ca/en/see/collections/artwork.php?mkey=7662
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Argumentum, seguindo o movimento de Acesso Aberto, proporciona seu conteúdo em Full Open Access. Assim, os autores conservam todos seus direitos, permitindo que a Argumentum possa publicar seus artigos e disponibilizar para toda a comunidade.
Este periódico está licenciado sob a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional - CC-BY 4.0. Com direito a:
- Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato para qualquer fim, mesmo que comercial.
- Adaptar — remixar, transformar, e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial.
O licenciante não pode revogar estes direitos desde que os termos da licença sejam respeitados.
A única restrição sobre a reprodução e distribuição e o único dever ao copiar este domínio, deve ser o de garantir ao autor a integridade de seu trabalho e o direito de ser devidamente reconhecido e citado.
Copyright
Esta obra está licenciada sob os termos da Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional - CC-BY 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/deed.pt_BR), que permite copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato, bem como adaptar, transformar e criar a partir deste material para qualquer fim, mesmo que comercial. O licenciante não pode revogar estes direitos desde que você respeite os termos da licença.