(Des)patologização da vida: perspectiva de assistentes sociais no Recôncavo baiano

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.18315/argumentum.v12i2.28842

Resumen

Este trabalho teve como propósito analisar a concepção de profissionais do Serviço Social sobre a loucura e tratamento de usuários dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), e a relação entre suas considerações e o Projeto Ético-Político (PEP) profissional. A pesquisa teve natureza empírica e abordagem qualitativa. Foram entrevistados cinco assistentes sociais dos CAPS I de municípios do Recôncavo Baiano, para posterior análise de conteúdo por categorização temática. As considerações dos assistentes sociais foram enquadradas numa perspectiva psicossocial, pois dialogam tanto com pressupostos biologicistas e patologizadores, como com a dimensão da cidadania. O destaque, portanto, é a necessidade de a categoria estabelecer relações mais orgânicas com os movimentos sociais vinculados à Luta Antimanicomial, os quais atuam numa perspectiva essencialmente despatologizadora da vida.

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Biografía del autor/a

  • Vinicius Pinheiro de Magalhães, Universidade Federal de Sergipe - UFS

    Mestre em Serviço Social pelo Programa de Pós-graduação da Universidade Federal de Sergipe - PROSS. Graduado em Serviço Social pelo Centro de Artes Humanidades e Letras - CAHL da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - UFRB. Coordenador do Centro de Referência Especializado de Assistência Social - CREAS do Município de Cruz das Almas/BA. Membro do Grupo de Estudos e Pesquisas em Fundamentos, Formação em Serviço Social e Políticas Sociais - GEPSSO da Universidade Federal de Sergipe - UFS. Áreas de discussão: Serviço Social, Saúde Mental e Movimentos Sociais Político-Religiosos. Linhas de pesquisa: Trabalho, Formação profissional e Serviço Social/Serviço Social, ação política e sujeitos coletivos.

  • Vera Núbia Santos, Universidade Federal de Sergipe (UFS)

    Possui graduação em Serviço Social pela Universidade Federal de Sergipe (1992), mestrado (2001) e doutorado (2009) em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. É professora do quadro efetivo da Universidade Federal de Sergipe, em nível de graduação e pós-graduação e avaliadora ad hoc do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais. Desenvolve pesquisas sobre condições de trabalho de assistentes sociais, Arte e Serviço Social, Pesquisa em Serviço Social e Política Social.

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Publicado

29-08-2020

Cómo citar

(Des)patologização da vida: perspectiva de assistentes sociais no Recôncavo baiano. (2020). Argumentum, 12(2), 185-201. https://doi.org/10.18315/argumentum.v12i2.28842