(Des)patologização da vida: perspectiva de assistentes sociais no Recôncavo baiano
DOI:
https://doi.org/10.18315/argumentum.v12i2.28842Resumen
Este trabalho teve como propósito analisar a concepção de profissionais do Serviço Social sobre a loucura e tratamento de usuários dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), e a relação entre suas considerações e o Projeto Ético-Político (PEP) profissional. A pesquisa teve natureza empírica e abordagem qualitativa. Foram entrevistados cinco assistentes sociais dos CAPS I de municípios do Recôncavo Baiano, para posterior análise de conteúdo por categorização temática. As considerações dos assistentes sociais foram enquadradas numa perspectiva psicossocial, pois dialogam tanto com pressupostos biologicistas e patologizadores, como com a dimensão da cidadania. O destaque, portanto, é a necessidade de a categoria estabelecer relações mais orgânicas com os movimentos sociais vinculados à Luta Antimanicomial, os quais atuam numa perspectiva essencialmente despatologizadora da vida.
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