La universalidad en la salud digital: digitalización y dataficación en el SUS
DOI:
https://doi.org/10.47456/argumentum.v17.2025.49475Palabras clave:
Universalidad, Cobertura sanitaria universal, Estrategia de salud digital, DigitalizaciónResumen
Este artículo analiza cómo se aborda la universalidade en la Estrategia de Salud Digital (ESD28) de Brasil. Parte de la idea de que este principio, consagrado en la Constitución Federal de 1988, sugió como un imperativo ético en la modernidad, pero fue adjetivado en el neoliberalismo. Una revisión preliminar de revistas de Trabajo Social identificó 26 artículos que discuten la uniersalidd como acceso universal a las políticas sociales, especialmente la de salud, sin mencionar la ESD28, que la reivindica. Con una metodología cualitativa y fuentes bibliográficas y documentales, se observó que la ESD28 desarrolló la telesalud en áreas remotas y ofreció especialidades, pero reproduce la dependencia tecnológica y ele riesgo para la soberanía digital. Las debilidades de la infraestructura y la interoperabilidade del Sistema Único de Salud en Brasil y la desigualdad digital limitan la universalidad.
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