Autocuradoria e inteligência artificial nas artes

uma proposta metodológica para a formação artística

Autores

  • Celina F. Lage Universidade do Estado de Minas Gerais image/svg+xml , Programa de Pós-Graduação em Artes

DOI:

https://doi.org/10.47456/rf.rf.2234.53329

Palavras-chave:

inteligência artificial; ensino de artes; autocuradoria; processos criativos; ateliê expandido

Resumo

Neste artigo, apresento uma metodologia de ensino em artes, por mim desenvolvida, fundamentada no uso da inteligência artificial como instrumento de autocuradoria e mediação crítica no processo criativo. Implementei essa experiência na disciplina Ateliê de Artes Digitais, Inteligência Artificial e Novas Tecnologias, por mim ministrada no Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade do Estado de Minas Gerais (PPGArtes/UEMG), e posteriormente a adaptei para o curso de Bacharelado em Artes Plásticas da Escola Guignard. A proposta articula exercícios como tempestade cerebral, construção de mapas conceituais, uso de caderno de processos expandido, simulações expográficas e planejamento de carreira com apoio da inteligência artificial. A partir de um relato de experiência didática, discuto o impacto dessa abordagem na formação do artista contemporâneo, especialmente no que se refere à autonomia, à consciência da própria poética e à construção de trajetórias.

Biografia do Autor

  • Celina F. Lage, Universidade do Estado de Minas Gerais, Programa de Pós-Graduação em Artes

    Professora do Programa de Pós-Graduação em Artes (PPGArtes-UEMG) e dos Cursos de Graduação da Escola Guignard, Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG). 

Referências

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Publicado

2026-07-30

Edição

Seção

Seção Temática

Como Citar

LAGE, C. F. Autocuradoria e inteligência artificial nas artes: uma proposta metodológica para a formação artística. Farol, v. 22, n. 34, p. 31–44, 30 jul.2026.