Autocuradoria e inteligência artificial nas artes
uma proposta metodológica para a formação artística
DOI:
https://doi.org/10.47456/rf.rf.2234.53329Palavras-chave:
inteligência artificial; ensino de artes; autocuradoria; processos criativos; ateliê expandidoResumo
Neste artigo, apresento uma metodologia de ensino em artes, por mim desenvolvida, fundamentada no uso da inteligência artificial como instrumento de autocuradoria e mediação crítica no processo criativo. Implementei essa experiência na disciplina Ateliê de Artes Digitais, Inteligência Artificial e Novas Tecnologias, por mim ministrada no Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade do Estado de Minas Gerais (PPGArtes/UEMG), e posteriormente a adaptei para o curso de Bacharelado em Artes Plásticas da Escola Guignard. A proposta articula exercícios como tempestade cerebral, construção de mapas conceituais, uso de caderno de processos expandido, simulações expográficas e planejamento de carreira com apoio da inteligência artificial. A partir de um relato de experiência didática, discuto o impacto dessa abordagem na formação do artista contemporâneo, especialmente no que se refere à autonomia, à consciência da própria poética e à construção de trajetórias.
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