FANTASMA_B
intelligere (ou eu sei que tenho um jeito meio estúpido de ser)
DOI:
https://doi.org/10.47456/rf.rf.2234.53338Palavras-chave:
fantasma; inteligência/estupidez; artificial; fotografia; pinturaResumo
Sobre arte, criação artística e pintura pairam questões eternas como as da sua definição, lugar, necessidade, função e outras, perguntas que, mesmo quando parecem resolvidas, ressurgem, como espectros recorrentes. Este ensaio explora o fantasma que a cosa mentale (segundo Leonardo, Francisco de Holanda e outros) implica desde sempre na paradoxal materialidade da pintura e da arte em geral. Afinal, matéria vil como tinta, ou ideia, puro espírito? Isso, por sua vez, arrasta a dicotomia inteligência-estupidez para o contexto do debate natural-artificial. Pois não é o fantasma da estupidez humana que paira sobre a inteligência artificial, tal como sobre toda a materialidade que enforma ideias? Assim, falemos de fantasmas com filmes, música e, especialmente, arte e pintura, indagando a sua sabedoria.
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