FANTASMA_B

intelligere (ou eu sei que tenho um jeito meio estúpido de ser)

Autores

  • Isabel Sabino University of Lisbon image/svg+xml , Faculdade de Belas Artes

DOI:

https://doi.org/10.47456/rf.rf.2234.53338

Palavras-chave:

fantasma; inteligência/estupidez; artificial; fotografia; pintura

Resumo

Sobre arte, criação artística e pintura pairam questões eternas como as da sua definição, lugar, necessidade, função e outras, perguntas que, mesmo quando parecem resolvidas, ressurgem, como espectros recorrentes. Este ensaio explora o fantasma que a cosa mentale (segundo Leonardo, Francisco de Holanda e outros) implica desde sempre na paradoxal materialidade da pintura e da arte em geral. Afinal, matéria vil como tinta, ou ideia, puro espírito? Isso, por sua vez, arrasta a dicotomia inteligência-estupidez para o contexto do debate natural-artificial. Pois não é o fantasma da estupidez humana que paira sobre a inteligência artificial, tal como sobre toda a materialidade que enforma ideias? Assim, falemos de fantasmas com filmes, música e, especialmente, arte e pintura, indagando a sua sabedoria.

Biografia do Autor

  • Isabel Sabino, University of Lisbon, Faculdade de Belas Artes

    Professora Catedrática da FBAUL (Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa); Membro integrado do Cieba (Centro de investigação da FBAUL onde preside a secção de Pintura); Membro colaborador do i2ads (Centro de investigação da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto); Investigadora colaboradora no projecto Incidencia De Los Nuevos Materiales En La Pintura Y El Grabado da Faculdad de Bellas Artes da Universidade de Barcelona.

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Publicado

2026-07-30

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

SABINO, I. FANTASMA_B: intelligere (ou eu sei que tenho um jeito meio estúpido de ser). Farol, v. 22, n. 34, p. 221–242, 30 jul.2026.