NOMENCLATURAS DE LÍNGUAS E SUAS IMPLICAÇÕES PARA A EDUCAÇÃO LINGUÍSTICA: UM PANORAMA BIBLIOGRÁFICO
DOI:
https://doi.org/10.47456/0vk28904Palavras-chave:
Nomenclaturas de Línguas, Educação Linguística, Globalização, Translinguagem, MultilinguismoResumo
O estado avançado da globalização, os estudos referentes a identidades, os casos de migração de crise e fenômenos linguísticos e identitários como a translinguagem e o multilinguismo têm nos feito repensar teorias consolidadas e conceitos que até então eram tidos como simples e óbvios. Nesse cenário, encontram-se diversas nomenclaturas associadas à língua, como materna, estrangeira, adicional, dentre outras. Se, até recentemente, tínhamos a compreensão de língua nativa como aquela que adquirimos dependendo do nosso entorno geográfico, os fenômenos supracitados evidenciam que definições como esta já não são suficientes para classificar a relação que uma língua pode ter com pessoas ou situações tão complexas como as que testemunhamos no nosso cotidiano. Pinto (2023), destarte, argumenta que cada nomenclatura relacionada à língua indica a abordagem esperada no processo educacional. Assim, o/a professor/a de línguas deve saber cada singularidade envolta na nomenclatura indicada, não apenas para que o processo educacional seja mais significativo e exitoso, mas também para que os estudantes tenham suas identidades expandidas e/ou transformadas mantendo outras preservadas e respeitadas. Nesse sentido, este trabalho se propõe a apresentar 6 terminologias voltadas às línguas, repensar suas definições mais simples face a complexidades emergentes e, finalmente, indicar possíveis desdobramentos para a educação linguística.
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