Expediente
DOI:
https://doi.org/10.13071/regec.2317-5087.2020.9.1.28501.01-04Referencias
ALVES, G. Crise estrutural do capital, maquinofatura e precarização do trabalho: a questão social no século XX. Revista Textos & Contextos. Porto Alegre: PUCRS, v. 12, n. 2, p. 235-248, jul./dez. 2013.
_________. A lógica da terceirização e o capitalismo no Brasil: precarização do trabalho na era do neodesenvolvimentismo. Revista O público e o privado. Fortaleza: SEER UECE, n. 25, p. 15-31, jan./jun. 2015.
ANTUNES, R. Século XXI: nova era da precarização estrutural do trabalho? In: DAL ROSSO, S.; FORTES, J. Condições de trabalho no limiar do século XXI. Brasília: Época, 2008. p. 13-19
CARVALHO, S. Na contramão da forma-mercadoria. In: Introdução ao teatro dialético: experimentos da Companhia do Latão. São Paulo: Expressão Popular, 2009. p. 147-154
_________. MARCIANO, M. Por um teatro materialista. In: Introdução ao teatro dialético: experimentos da Companhia do Latão. São Paulo: Expressão Popular, 2009. p. 165-170
CHAUÍ, M. Conformismo e resistência: aspectos da cultura popular no Brasil. 6 ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.
_________. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2000.
_________. Cultura e democracia. Revista Latinoamericana de Ciencias Sociales. Buenos Aires: CLACSO, n. 1, p. 53-76, jun. 2008.
CEVASCO, M. Cultura, cidade e servidão financeira. In: OLIVEIRA, F.; BRAGA, R.; RIZEK, C. Hegemonia às avessas: economia, política e cultura na era da servidão financeira. São Paulo: Boitempo, 2010. p. 137-148
COSTA, I. Teatro de grupo contra o deserto do mercado. Revista ArtCultura. Uberlândia: UFU, v. 9, n.15, p. 17-29, jul./dez. 2007.
_________. Nem uma lágrima: teatro épico em perspectiva dialética. São Paulo: Expressão Popular, 2012.
COUTINHO, C. O Estruturalismo e a miséria da razão. 2 ed. São Paulo: Expressão Popular, 2010a.
_________. A hegemonia da pequena política. In: OLIVEIRA, F.; BRAGA, R.; RIZEK, C. Hegemonia às avessas: economia, política e cultura na era da servidão financeira. São Paulo: Boitempo, 2010b. p. 29-43
CUNHA FILHO, F. Teoria e Prática da Gestão Cultural. Fortaleza: UNIFOR, 2002.
FIRJAN. Mapeamento da indústria criativa no Brasil. Rio de Janeiro: FIRJAN, 2016.
FREDERICO, C. A arte no mundo dos homens. São Paulo: Expressão Popular, 2013.
HARVEY, D. A liberdade na cidade. In: MARICATO, E. [et al.]. Cidades rebeldes: passe livre e as manifestações que tomaram as ruas do Brasil. São Paulo: Boitempo, 2013. p. 47-61
JAMENSON, F. Pós-modernismo: a lógica cultural do capitalismo tardio. São Paulo: Ática, 1996.
KONDER, L. Os marxistas e a arte. São Paulo: Expressão Popular, 2013.
LUKÁCS, G. Introdução à estética marxista. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978.
MARX, K. O Capital: Crítica da Economia Política. 12 ed., l. 1, vol. I e II. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil S.A., 1994.
_________. ENGELS, F. Sobre literatura e arte. 3. ed. São Paulo: Global Editora, 1986.
MÉSZÁROS, I. A crise estrutural do capital. 2. ed. São Paulo: Boitempo, 2011.
SALVADOR, E. Fundo Público e o financiamento das políticas sociais no Brasil. Revista Serviço Social. Londrina: UEL, v. 14, n. 2, p. 04-22, jan./jun. 2012.
SILVA, A. “Enquanto os homens exercem seus podres poderes”: 50 anos de cultura de Resistência. Revista Inscrita. Brasília: CFESS, v., n. 13, p. 64-71, nov. 2013.
TROTSKI, L. Cultura e socialismo. In: MIRANDA, O. (Org). Leon Trotski: política. São Paulo: Ática, 1981. p. 51-60
_________. Literatura e Revolução. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Os direitos autorais dos originais aprovados serão automaticamente transferidos à Revista, como condição para sua publicação, e para encaminhamentos junto às bases de dados de indexação de periódicos científicos.
Esta cessão passará a valer a partir da submissão do manuscrito, em formulário apropriado, disponível no Sistema Eletrônico de Editoração da Revista.
A revista se reservará o direito de efetuar, nos originais, alterações de ordem normativa, ortográfica e gramatical, com vistas a manter o padrão culto da língua e a credibilidade do veículo. Respeitará, no entanto, o estilo de escrever dos(as) autores(as).
Alterações, correções ou sugestões de ordem conceitual serão encaminhadas aos(às) autores(as), quando necessário. Nesses casos, os artigos, depois de adequados, deverão ser submetidos a nova apreciação.
As provas finais serão encaminhadas aos(às) autores(as).
Os trabalhos publicados passarão a ser de propriedade da Revista, ficando sua re-impressão (total ou parcial) sujeita à autorização expressa da Revista. Em todas as citações posteriores, deverá ser consignada a fonte original de publicação: Revista Gestão & Conexões.
A Universidade Federal do Espírito Santo e/ou quaisquer das instâncias editoriais envolvidas com o periódico não se responsabilizarão pelas opiniões, idéias e conceitos emitidos nos textos. As opiniões emitidas pelos(as) autores(as) dos artigos serão de sua exclusiva responsabilidade.
Em todo e qualquer tipo de estudo que envolva situações de relato de caso clínico é fundamental o envio de cópia do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido assinado(s) pelo(s) paciente(s).














