Regard spinoziste sur la lecture hegelienne du spinozisme

Autores

  • Carlos Tiago Silva Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC/PR); Università degli Studi di Ferrara
  • Arion Keller Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC/PR)

Resumo

 Este é um artigo publicado no livro L’immanence et le salut: regards spinozistes (2000), em que Bernard Rousset comenta, a partir de um ponto de vista espinosano, o alcance e o limite das acusações hegelianas feitas a Espinosa. O texto se apresenta em dois momentos distintos: no primeiro, o autor mapeia a recepção hegeliana de Espinosa, bem como esta recepção foi recebida pela fortuna crítica relacionada a ambos os filósofos; no segundo, o autor analisa as pretensões hegelianas de crítica imanente ao espinosismo, assim como seus limites quando colocada em questão pelo próprio texto espinosano. Trata-se, então, de uma estratégia argumentativa de aceitar a similitude de ambos os projetos filosóficos em algum sentido, mas, sobretudo, de demarcar muito bem suas diferenças, enfatizando algumas insuficiências da leitura que Hegel faz de Espinosa.

PALAVRAS-CHAVE: Espinosa. Hegel. Saber Absoluto. Substância. Negação.

 

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Biografia do Autor

Carlos Tiago Silva, Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC/PR); Università degli Studi di Ferrara

Possui graduação em Direito e Filosofia (2009 e 2018); mestrado em Filosofia (2014) e atualmente é doutorando em Filosofia pela PUCPR na linha de Ontologia e Epistemologia e no projeto de doutorado conjunto (joint PhD) entre a PUCPR e a Università degli Studi di Ferrara na área de concentração "Filosofia Trascendentale. Storia e Forme.". Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em Ontologia, trabalhando principalmente na recepção de Gilles Deleuze de temas da filosofia de Immanuel Kant e o do "pós-kantismo" (especialmente Salomon Maimon).

Arion Keller, Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC/PR)

Estudante de Mestrado em Filosofia pela PUC-PR e graduado também em Filosofia pela mesma instituição. As pesquisas são voltadas para a filosofia de Baruch de Espinosa, dialogando com a tradição dialética (Hegel) por um lado, e certa tradição francesa contemporânea (Deleuze) por outro lado.

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Publicado

2020-12-30 — Atualizado em 2021-01-02

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