The obscure content of hallucination

Autori

DOI:

https://doi.org/10.47456/sofia.v8i1.23760

Abstract

Michael Tye (2009) proposed a way of understanding the content of hallucinatory experiences. Somewhat independently, Mark Johnston (2004) provided us with elements to think about the content of hallucination. In this paper, their views are compared and evaluated. Both their theories present intricate combinations of conjunctivist and disjunctivist strategies to account for perceptual content. An alternative view (called “the epistemic conception of hallucination”), which develops a radically disjunctivist account, is considered and rejected. Finally, the paper raises some metaphysical difficulties that seem to threaten any conjunctivist theory and to lead the debate to a dilemma: strong disjunctivists cannot explain the subjective indistinguishability between veridical and hallucinatory experiences, whereas conjunctivists cannot explain what veridical and hallucinatory experiences have in common. This dilemma is left here as an open challenge.

Biografia autore

  • Marco Aurélio Sousa Alves, Professor Adjunto, DTECH/UFSJ Professor Permanente, PPGFIL/UFSJ

    Professor Adjunto, DTECH/UFSJ; Professor Permanente, PPGFIL/UFSJ; Doutor em Filosofia, University of Texas at Austin (EUA); Mestre em Filosofia, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); Bacharel em Filosofia, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

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Pubblicato

2019-09-05

Fascicolo

Sezione

Dossiê Filosofia da Mente e da Linguagem

Come citare

ALVES, Marco Aurélio Sousa. The obscure content of hallucination. Sofia, Espírito Santo, Brasil, v. 8, n. 1, p. 30–53, 2019. DOI: 10.47456/sofia.v8i1.23760. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/sofia/article/view/23760. Acesso em: 25 giu. 2026.