O modo de conhecimento do gênio e do santo

Autores

  • Selma Bassoli Atualmente não estou vinculada a uma instituição.

DOI:

https://doi.org/10.47456/sofia.v7i2.20878

Resumo

O gênio  e o santo são figuras de destaque na filosofia de Schopenhauer, pois a elas é atribuída a capacidade de conhecer de um modo privilegiado, adquirida através de uma modificação na forma como os seres humanos usualmente conhecem. Essa forma de conhecimento se caracteriza por sua independência em relação ao princípio de razão suficiente, que acontece quando o intelecto se liberta do domínio da vontade.  A liberdade intelectual pode proporcionar tanto a contemplação estética  para o gênio quanto o quietivo da vontade para o santo. O nosso objetivo será mostrar que o quietivo possui um aspecto que o diferencia da contemplação, visto que somente ele caracteriza a negação da vontade de viver, pois esta, ao interromper a afirmação da vontade , promove simultaneamente a destruição do corpo, o qual é considerado o foco a partir do qual a vontade se afirma. 

Biografia do Autor

  • Selma Bassoli, Atualmente não estou vinculada a uma instituição.
    Possui Graduação em Filosofia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1994), Mestrado em Filosofia pela Universidade Estadual de Campinas, sob a orientação do Prof. Dr. Oswaldo Giacoia Junior (2005) e Doutorado pela Universidade de São Paulo, sob a orientação da Profa. Dra. Maria Lúcia Cacciola (2015).

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Publicado

28-02-2019

Edição

Seção

Dossiê Schopenhauer

Como Citar

BASSOLI, Selma. O modo de conhecimento do gênio e do santo. Sofia, Espírito Santo, Brasil, v. 7, n. 2, p. 26–42, 2019. DOI: 10.47456/sofia.v7i2.20878. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/sofia/article/view/20878. Acesso em: 23 jun. 2026.