In memoriam

Maria Angélica Pedroni

Resumo


Memória não tem corpo. Ela habita uma foto, se espalhada entre as tintas, percorre as risadas. Cada encontro, uma nova memória. Cada caixa aberta, uma memória se renova e outra se perde. Às vezes, temos um conto de terror, noutra, de fadas. Irmãos se foram, um tio que matou o outro, um sumiço, um apego, uma brincadeira. Os trabalhos que envolvem a série “In memoriam” se desdobram entre memórias pessoais e causos contados. Tornar presente uma memória é experimentá-la de várias formas e em diferentes momentos. O tempo é aquele que não passa, ele continua presente, continua a correr. As pessoas continuam a ir e vir, a tinta Violeta Vampiro continua a escurecer e embaçar a lembrança. Resistimos.


Palavras-chave


Memória; Montagem; Instalação; Fotografia;

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