Ação, revelação e subjetividade na leitura arendtiana de Nietzsche

Autores

  • Adriano Silva Correia

DOI:

https://doi.org/10.47456/sofia.v4i1.10225

Resumo

Em A condição humana (1958), Hannah Arendt enfatiza que a constituição da subjetividade de um indivíduo está estreitamente relacionada à ação, assim como às suas infortunas. Tal posição encontra-se em notável harmonia com a apropriação que ela faz de Nietzsche na última seção do capítulo sobre a ação nesta obra. Buscaremos sublinhar, não obstante, que tais articulações possuem estreita conexão com seus estudos sobre a moral em Nietzsche no início dos anos 1950, como se pode constatar em seus Diários de pensamento (Denktagebuch).

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Publicado

10-07-2015

Como Citar

CORREIA, Adriano Silva. Ação, revelação e subjetividade na leitura arendtiana de Nietzsche. Sofia, Espírito Santo, Brasil, v. 4, n. 1, 2015. DOI: 10.47456/sofia.v4i1.10225. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/sofia/article/view/10225. Acesso em: 27 abr. 2026.