Buracos negros estelares

A geometria do espaço-tempo de Schwarzschild

Autores

  • Rodrigo Siqueira-Batista Universidade Federal de Viçosa e Faculdade Dinâmica do Vale do Piranga
  • José A. Helayël Neto Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas

DOI:

https://doi.org/10.47456/Cad.Astro.v2n2.34640

Palavras-chave:

buracos negros, métrica de Schwarzschild, relatividade geral

Resumo

A investigação dos buracos negros – objetos astronômicos cuja densidade tende ao infinito e que são capazes de produzir marcante deformação no espaço-tempo – tem experimentado grande impulso nos últimos anos. De fato, em 2015, a equipe do LIGO (Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory) obteve a primeira detecção das ondas gravitacionais, produzidas a partir de um sistema binário de buracos negros, o que levou à concessão do prêmio Nobel de Física aos pesquisadores Rainer Weiss, Barry C. Barish e Kip S. Thorne. Em abril de 2019 foi publicada a primeira imagem direta de um buraco negro e, no ano de 2020, três cientistas – Roger Penrose, Andrea Ghez e Reinhard Genzel – também receberam o prêmio Nobel de Física por suas significativas contribuições para esse campo de pesquisa. Os sucessos obtidos, desde a proposição de tais estruturas até a lendária “foto”, têm dependido de decisivas contribuições da matemática à física e à astronomia, permitindo, em última análise, que tais ciências empíricas saibam o que (e onde) procurar. Desde esta perspectiva, a apreciação de aspectos da abordagem matemática dos buracos negros – a partir da apresentação da métrica de Schwarzschild – é o objetivo do presente artigo.

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Publicado

2021-08-05

Como Citar

[1]
R. Siqueira-Batista e J. A. Helayël Neto, “Buracos negros estelares: A geometria do espaço-tempo de Schwarzschild”, Cad. Astro., vol. 2, nº 2, p. 123, ago. 2021.