INCIDÊNCIA DE SINTOMAS MÚSCULO-ESQUELÉTICOS EM TRABALHADORES DA CONSTRUÇÃO CIVIL: ESTUDO COMPARATIVO POR FUNÇÕES COM QUESTIONÁRIO NÓRDICO E DIAGRAMA DE CORLETT
- Autores
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Karen Karoline da Silva Duarte
Universidade CEUMA
Autor
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André Luís de oliveira Cavaignac
Universidade Ceuma Unversidade Federal do Maranhão
Autor
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- Resumo
-
A indústria da construção civil é destaque na
economia e necessita de bastante mão de obra, logo
realiza vinculo empregatício com muitos
trabalhadores. Este setor é conhecido por demandar
grande esforço físico, visto que as atividades
desenvolvidas exigem constantemente concentração
de força, movimentos repetitivos, e jornadasextensas, aliado a isto tem-se ainda a questão dos
trabalhadores que executam suas tarefas de maneiras
inadequadas. Decorrente disto surge nos profissionais
deste ramo distúrbios músculo-esquelético, que
podem ser considerados como doença do trabalho
dado que são decorrentes de exercício continuado de
atividade laborativa. Caracteriza-se assim, a
relevância do estudo dessas doenças que surgem com
frequência entre os profissionais da área, diminuindo
sua qualidade de vida. Este estudo de caso visa
mensurar a incidência de dores osteomusculares nos
trabalhadores da construção civil e traçar do perfil do
mesmo no tocante a idade, escolaridade e função.
Para concepção deste objetivo foi realizado pesquisa
de campo numa obra residencial na cidade de
Imperatriz, onde 54 colaboradores foram
entrevistados. Foi aplicado o questionário nórdico a
fim de quantificar as regiões do corpo mais afetadas
pelos distúrbios, com intuito de determinar o nível de
desconforto dessa região fez-se uso do Diagrama de
Corlett, e por fim, um questionário com informações
pessoais como idade e escolaridade para estipular o
perfil dos trabalhadores. Constatou-se conforme os
resultados gerados que os pedreiros e serventes são
os principais afetados por esses problemas
osteomusculares, sendo as regiões corporais maisafetadas a coluna lombar, coluna dorsal, pescoço, e
punhos e mãos, com grau de desconforto de
moderado a elevado. E percebeu-se que a maior parte
da população profissional deste setor é madura com
faixa etária dominante de 26 a 40 anos de idade, e
com baixa escolaridade oscilando do ensino
fundamental ao médio. - Referências
- Downloads
- Publicado
- 05.04.2019
- Seção
- ENGENHARIA DO TRABALHO
- Licença
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