Artur Barrio e a visualidade da violência
da (im) possibilidade da memória do autoritarismo no Brasil
DOI:
https://doi.org/10.47456/dim.v53i2.45024Palavras-chave:
Artur Barrio, ditadura civil-militar, memóriaResumo
O artigo analisa o trabalho Situações TT1 do artista visual Artur Barrio (1945-atual), realizado no ano de 1970 em Belo Horizonte (MG), durante o auge da violência da ditadura civil-militar no Brasil (1964-1985). A revista dos materiais imagéticos produzidos a partir da obra do artista, sob o prisma das discussões da memória, evidencia os aspectos que representam as implicações das políticas de esquecimento na história recente, além da contribuição da arte para pôr em questão os discursos oficiais e o empenho na produção da memória coletiva.
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