A Fotograficidade: Como Reflexão Sobre as Imagens (de Imagens), tradução de Angela Grando e Darcilia Moysés

François Soulages

Resumo


Boltanski tem razão: imagens de imagens em Lichtenstein e nele próprio.

Mas é singular de Lichtenstein? Não. Em um primeiro nível de análise, pode-se dizer que certo número de artistas partem não da realidade, mas de quadros já existentes, imagens já existentes, quer seja para se inspirar nelas, ou porque está marcado por elas, quer seja para desviá-las, etc. Mas, em um segundo nível de análise, seria interessante se perguntar se isso não é próprio da arte. Ou seja, de pintar não a realidade, mas de se inscrever conscientemente no mundo da arte, na história da arte para pintar ou fazer imagem em função dessas duas realidades – mundo e história da arte. Malraux já não dizia isso?


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