Segurança pública no Rio de Janeiro: reflexões sobre a militarização da vida

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DOI:

https://doi.org/10.47456/argumentum.v12i3.31330

Resumo

O objetivo deste artigo é apresentar reflexões sobre a militarização da política de Segurança Pública no Brasil e analisar o processo de remilitarização da cidade do Rio de Janeiro no decorrer da intervenção federal, em 2018. Propõe-se problematizar a chamada “crise do Estado” que justificou renovados processos de ocupação das Forças Armadas em favelas cariocas, com significativo aumento de mortes sob a bandeira de “lei e ordem” e “segurança cidadã”. Afirma-se que a militarização da vida, de territórios e da Segurança Pública é legitimada pela ideologia racista que permite historicamente o controle e a naturalização do extermínio da população negra, jovem e moradora das periferias de grandes cidades no Brasil.

Palavras-chave: Segurança pública. Militarização. Racismo estrutural.

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Biografia do Autor

Fernanda Kilduff, Professora ESS/UFRJ

Professora, Dra e Pós doutora em SeSo. (PPGSS/ESS/UFRJ)

Viviane de Souza Barbosa Maia , Universidade Federal do Rio de Janeiro

Assistente social. Mestranda em Serviço Social no Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro

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Publicado

2020-12-24

Como Citar

Kilduff, F., Mariana Nicolau Oliveira, & de Souza Barbosa Maia , V. (2020). Segurança pública no Rio de Janeiro: reflexões sobre a militarização da vida . Argumentum, 12(3), 148–165. https://doi.org/10.47456/argumentum.v12i3.31330