Drogas pesadas em discussão no Primeiro Seminário sobre Psicodélicos do Rio de Janeiro

Autores

  • Sandro Eduardo Rodrigues Universidade Federal Fluminense
  • Fernando Rocha Beserra Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro (ISERJ)

DOI:

https://doi.org/10.18315/argumentum.v7i1.9053

Resumo

O artigo problematiza a produção de danos pelo modo como o proibicionismo vem abordando a relação humana com substâncias psicodélicas, que levou à necessidade de promoção de um debate clínico-político, realizado através do Primeiro Seminário sobre Psicodélicos do Rio de Janeiro. Com base em tal debate, o texto introduz uma terminologia sobre psicodelia e apresenta alguns aspectos da história de dois fármacos psicodélicos – o LSD e o MDMA – que colocam em xeque notícias de surgimento de novas drogas pesadas ou perigosas em si mesmas. Apostando na redução de danos como paradigma e diretriz das políticas de cuidado, o seminário ressaltou a necessidade urgente de se dar relevo aos aspectos pessoais (set) e ambientais (setting) na determinação da qualidade das experiências de usuários de drogas.


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Biografia do Autor

Sandro Eduardo Rodrigues, Universidade Federal Fluminense

Doutor em Psicologia (Universidade Federal Fluminense-UFF). Pesquisador do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos (NEIP), integrante da Frente Estadual Drogas e Direitos Humanos-RJ (FEDDH-RJ) e organizador da Ala Psicodélica da Marcha da Maconha-RJ. Contato: digitalamerindo@gmail.com

Fernando Rocha Beserra, Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro (ISERJ)

Mestre em Psicologia (Pontífica Universidade Católica de São Paulo - PUC-SP). Professor no Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro, pesquisador do (NEIP), integrante da Frente Estadual Drogas e Direitos Humanos-RJ (FEDDH-RJ) e organizador da Ala Psicodélica da Marcha da Maconha-RJ. Contato: fernando.beserra@ifrj.edu.br

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Publicado

2015-06-29

Como Citar

Rodrigues, S. E., & Beserra, F. R. (2015). Drogas pesadas em discussão no Primeiro Seminário sobre Psicodélicos do Rio de Janeiro. Argumentum, 7(1), 108–125. https://doi.org/10.18315/argumentum.v7i1.9053