FATORES QUE CONTRIBUEM PARA A CLASSIFICAÇÃO DA GESTAÇÃO DE ALTO RISCO: REVISÃO INTEGRATIVA
FACTORS THAT CONTRIBUTE TO THE CLASSIFICATION OF HIGH-RISK PREGNANCY: INTEGRATIVE REVIEW
- Autores/as
-
-
Nathalie Ramos Formiga Rolim
Faculdade Santa Maria de Cajazeiras
Autor/a
-
Igor de Sousa Gabriel
Faculdade Santa Maria de Cajazeiras
Autor/a
-
Amanda Seabra Mota
Faculdade Santa Maria de Cajazeiras
Autor/a
-
Ocilma Barros de Quental
Faculdade Santa Maria de Cajazeiras
Autor/a
-
- Resumen
-
Introdução: Em média 15% das mulheres grávidas são diagnosticadas com gestações de alto risco que exigem maiores cuidados e atenção especializada. O alto risco gestacional relaciona-se com fatores sociais, econômicos, nutricionais, metabólicos e entre outros. Apesar dos inúmeros fatores existentes, ainda há lacunas na literatura científica sobre quais elementos auxiliam na classificação da gestação de alto risco. Objetivo: O objetivo desse estudo foi descrever os fatores que contribuem para a classificação da gestação de alto risco. Método: Realizou-se uma revisão integrativa, com inclusão de artigos científicos dos últimos 10 anos publicados nas bases de dados virtuais: SCIELO, Biblioteca Virtual de Teses e Dissertações (BTD) e BVS (Biblioteca virtual em Saúde). Foi utilizado os descritores associados: Gravidez de alto risco; Grupos de risco; Classificação e Fatores predisponentes; utilizando o operador booleano and. Resultados: Foram encontrados 708 documentos, excluindo 645 após filtros dos critérios de inclusão e 23 por duplicidade, sendo 40 selecionados para análise minuciosa e por fim, foram selecionados 11 artigos que estavam totalmente alinhados com o objetivo deste estudo e atendiam aos critérios de inclusão e exclusão. Considerações finais: Os fatores que contribuem para a gestação de alto risco são: vulnerabilidade social e econômica, ser de raça negra, hipertensão arterial sistêmica, pré-eclâmpsia, eclampsia, cardiopatias, tabagismo, infecção do trato urinário de repetição, alcoolismo, diabetes mellitus, infecções como o HIV, mutigestações e disfunção tireoidiana.
- Biografía del autor/a
- Referencias
-
Anjos, J. C. S., et al., (2014). Perfil epidemiológico das gestantes atendidas em um centro de referência em pré-natal de alto risco. Rev. Para. Med. 28(2), 23-33. Recuperado de: http://files.bvs.br/upload/S/0101-5907/2014/v28n2/a4264.pdf
Amaral, W., & Peraçoli, J. C. (2011). Fatores de risco relacionados à pré-eclâmpsia. Com. Ciências Saúde. 22(1), 161-168. Recuperado de http://hdl.handle.net/11449/136945
Aquino, P. T., & Souto, S. G. A. (2015). Problemas gestacionais de alto risco comuns na atenção primária. Rev Med Minas Gerais. 25(1), 568-576. Recuperado de http://www.rmmg.org/exportar-pdf/1873/v25n4a16.pdf
Araujo, Z. M. S., et al., (2009). Fatores de Risco para a Síndrome Hipertensiva Específica da Gravidez. RBPS, 22(1), 48-54. doi:http://dx.doi.org/10.5020/366
Bervian, P. A., Cervo, A. L., & Silva, R. (2009). Metodologia Científica. 6 ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil.
Buss, P. M., & Pellegrini, F. A. (2007). A saúde e seus determinantes sociais. Physis: Rev. Saúde Coletiva,17(1): 77-93 Recuperado de www.scielo.br/pdf/physis/v17n1/v17n1a06.pdf
Brasil. (2006). Área Técnica de Saúde da Mulher. Pré-Natal e Puerpério: atenção qualificada e humanizada – manual técnico. Secretaria de Atenção a Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Brasília – DF.
Brasil. (2012). Gestação de Alto risco: manual técnico. Ministério da Saúde, Secretária de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas – 5. Ed. Brasília – DF.
Brasil. M. S. (2012). Atenção ao pré natal de baixo risco. Brasília: Editora do Ministério da Saúde. Brasília – DF, Secretária de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.
Costa e Silva., et al., (2013). A percepção de gestantes de alto risco acerca do processo hospitalização. Rev Enferm. UERJ, 21(esp.2), 792-797. Recuperado de https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/enfermagemuerj/article/download/12295/9571
Costa. L. D., Cura, C. C., Perondi, A. R., França, V. F., & Bortoloti, D. S. (2016). Perfil epidemiológico de gestantes de alto risco. Cogitare Enfermagem, 21(2). doi:http://dx.doi.org/10.5380/ce.v21i2.44192
Dotto, L. M. G., & Mamede, M. V., & Mamede, F.V. (2008). Desempenho e competências obstétricas na admissão e evolução do trabalho do parto: atuação do profissional de saúde. Escola Anna Nery Revista de Enfermagem, 12(4), 717-725. doi: https://doi.org/10.1590/S1414-81452008000400016
Gerhardt, T. E., & Silveira, D. T. (2009). Métodos de Pesquisa. Coordenado pela Universidade Aberta do Brasil – UAB/UFRGS e pelo Curso de Graduação Tecnológica – Planejamento e Gestão para o Desenvolvimento Rural da SEAD/UFRGS. – Porto Alegre: Editora da UFRGS.
Gil, A. C. (2009). Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas.
Luciano M. P., & Silva, E. F.,& Cecchetto, F. H. (2011). Orientações de Enfermagem na gestação de alto risco: percepções e perfil das gestantes 2011. Rev enferm UFPE on line. 5(5), 1261-1266. Recuperado de http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/1727/pdf_559
Luz, B. G. (2015). O perfil das gestantes de alto risco acompanhadas no pré-natal da policlínica de Divinópolis-MG, no biênio 2013/14. J. Health Biol Sci. 3(3),137-143. doi:https://doi.org/10.12662/2317-3076jhbs.v3i3.177.p137-143.2015
Oliveira, V. J., & Madeira, A. M. F. (2011). Interagindo com a equipe multiprofissional: as interfaces da assistência na gestação de alto risco. Escola Anna Nery Revista de Enfermagem, 15(1), 103-109. doi:https://doi.org/10.1590/S1414-81452011000100015
Marconi, M., & Lakatos, E. M. A. (2010). Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: 7ª Edição. Atlas.
Moura, E. R. F., et al., (2010). Fatores de risco para síndrome hipertensiva específica da gestação entre mulheres hospitalizadas com pré-eclâmpsia. Cogitare Enferm., 15(2), 250-255. Recuperado de https://revistas.ufpr.br/cogitare/article/view/17855/11650
Mittelmark, R. A. (2019). Fatores de risco para gestação de alto risco. Recuperado de https://www.msdmanuals.com/pt/casa/problemas-de-sa%C3%BAde-feminina/gesta%C3%A7%C3%A3o-de-alto-risco/fatores-de-risco-para-gesta%C3%A7%C3%A3o-de-alto-risco
Novaes, E. S., Melo, E. C., Ferracioli, P. L. R. V., Oliveira, R. R. de, & Mathias, T. A. de F. (2018). Risco gestacional e fatores associados em mulheres atendidas pela rede pública de saúde. Ciência, Cuidado e Saúde, 17(3). doi:https://doi.org/10.4025/cienccuidsaude.v17i3.45232
Oliveira, D. C., & Mandu, E. N. T. (2015). Mulheres com gravidez de maior risco: vivências e percepções de necessidades e cuidado. Escola Anna Nery Revista de Enfermagem 19(1),93-101. doi:https://doi.org/10.5935/1414-8145.20150013
Pimenta, A. M., et al., (2012). Programa “Casa das Gestantes”: perfil das usuárias e resultados da assistência à saúde materna e perinatal. Texto Contexto Enfermagem, 21(4), 912-920. doi: http://dx.doi.org/10.1590/S0104-07072012000400023
Pinheiro, C. (2018). Gravidez de alto risco: quando a gestação é classificada dessa forma. Recuperado de https://bebe.abril.com.br/gravidez/gravidez-alto-risco-quando-gestacao-classificada-dessa-forma/
Ribeiro, M. A., et al., (2014). Georreferenciamento: ferramenta de análise do sistema de saúde de Sobral-Ceará. [Online] Recuperado de https://sanare.emnuvens.com.br/sanare/article/view/583
Rodrigues, A. R. M., et al., (2017) Gravidez de alto risco: análise dos determinantes de saúde. SANARE, 16(01), 23-28. Recuperado de https://sanare.emnuvens.com.br/sanare/article/download/1135/620
Santos, Z. M. S. A., et al., (2007). Fatores de risco para a síndrome hipertensiva específica da gravidez. Rev. Brasileira em Promoção da Saúde, 20(3), 173-180. doi:https://doi.org/10.5020/18061230.2009.p48
Vieira, S., et al., (2011). Percepção das puérperas sobre a assistência prestada pela equipe de saúde no pré-natal. Texto & Contexto Enfermagem, 20, 255-262. recuperado de https://www.scielo.br/pdf/tce/v20nspe/v20nspea32.pdf
Xavier, R. B., et al., (2014). Itinerários de cuidados à saúde de mulheres com história de síndromes hipertensivas na gestação Rev. Interface, 19(55), 1109-1120. Recuperado de https://www.scielo.br/pdf/icse/v19n55/1807-5762-icse-1807-576220140112.pdf
- Descargas
- Publicado
- 2020-07-02
- Sección
- TECNOLOGÍA E INNOVACIÓN EN SALUD
- Licencia
-
Derechos de autor 2020 Brazilian Journal of Production Engineering - BJPE

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
Todas las obras publicadas en la Revista Brasileña de Ingeniería de Producción (BJPE) están bajo la licencia Creative Commons Atribución 4.0 Internacional (CC BY 4.0). Esto significa que: Cualquier persona puede copiar, distribuir, exhibir, adaptar, remezclar e incluso utilizar comercialmente el contenido publicado en la revista; Siempre que se reconozca debidamente a los autores y a BJPE como fuente original; No se requiere permiso adicional para la reutilización, siempre que se respeten los términos de la licencia. Esta política cumple con los principios de acceso abierto, promoviendo la amplia difusión del conocimiento científico. 🔗 Haga clic aquí para acceder a la licencia completa.


2.png)







































