Minorías y saber en la España medieval
DOI:
https://doi.org/10.23871/dimensoes-n42-26443Resumo
Los historiadores se han acostumbrado a definir la Edad Media hispana como la época de “las tres culturas”: cristiana, judía y musulmana. De hecho cada una de las tres comunidades que convivieron en la Península durante siglos poseía una lengua específica, que era al mismo tiempo lengua sagrada, y observaba una ley/religión particular. Tres “culturas” distintas habrían pues coexistido, con una dominante - política y socialmente - y otras dos sometidas, las de las “minorías”: judíos y cristianos en al-Andalus, judíos y musulmanes en los reinos cristianos. A partir del estudio de las diversas ramas de lo que se entiende por “cultura” - lengua, literatura, ciencias, historia, arte - en la Península ibérica medieval, este artículo critica el uso de términos anacrónicos para entender una cultura original, hecha de incesantes intercambios, de polémicas y cooperación, y de una estrecha interacción.Downloads
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Publicado
01-06-2019
Edição
Seção
Dossiê "Minorias, poder, saberes e trocas culturais: do Império Romano ao medievo"
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