Sobre a Revista
O j-ubimus é voltado exclusivamente para o avanço do conhecimento sobre as práticas e pesquisas musicais ubíquas. A publicação, vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Artes (PPGA) da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e ao Simpósio de Música Ubíqua (UbiMus), inova no processo de produção e disseminação de conhecimento. De tal sorte que, todos os trabalhos submetidos para o UbiMus serão avaliados por revisores internacionais para figurar, não somente no evento e seus anais, como também para ser expandido como peça central de um volume do j-ubimus. O volume é complementado com outros trabalhos que façam referência e contrapontos ao artigo âncora, devendo esses também ser avaliados pelo corpo editorial e revisores. Este formato, semelhante a um blog, constitui um volume. O objetivo é um formato de acesso aberto, bem indexado e alinhado com os requisitos do Scielo ou outros repositórios científicos. Nosso objetivo é um jornal multilíngue com um único idioma por volume e um resumo dos destaques traduzido para o inglês. Outra proposta envolve a incorporação de formatos de apresentação alternativos, refletindo não apenas os avanços nos conteúdos da pesquisa ubimus, mas também impactando os métodos de entrega e apresentação.
Edição Atual
Journal of Ubiquitous Music - Volume II
Managing Editors: André Sonoda, Luzilei Aliel, Carlos Mario Gómez Mejía
Developmental Editor: Marcello Messina
Senior Advisors: Damián Keller, Leandro Costalonga
Ubiquitous music research stands at the crossroads of multiple forces that have shaped the ways of thinking, designing, and deploying technological resources for post2020 music-making. For us, the 2020 milestone is particularly significant because the period of the covid-19 pandemic highlighted the brittleness of the support infrastructure for musical interaction and the fragility of key 20th-century approaches to musical thought. The pandemic tsunami brought into focus the proposals laid out during the first wave of ubimus initiatives (2007-2014), suggesting that several of the emerging threads could be consolidated as sociotechnical frameworks. It is interesting to revisit some of the observations made by ubimus researchers in April 2020, when the lasting consequences of the pandemic period on artistic and educational practices were not as clear as today.