EXPANSÃO INTERPRETATIVA E TRADUÇÃO: PLURALIDADE E DESCENTRISMO

Autores

  • Fernanda Silveira Boito Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Liliam Cristina Marins Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Resumo

Resumo: O olhar do sujeito para o mundo está impregnado pelo social e repleto de si. Essa perspectiva leva-nos a pensar a tradução sob um viés pós-moderno e derridiano: fruto de um ato de interpretação empreendido por um sujeito em condições socioculturais e histórico-ideológicas particulares em um processo que não encerra as possibilidades múltiplas de sentidos. Nosso objetivo é, assim, problematizar a tradução enquanto possibilitadora de um movimento de expansão interpretativa, o qual se faz importante neste momento histórico em que tem sido necessário questionar os modos tradicionais de construção e produção do conhecimento e da natureza humana, levando-nos a repensar as relações, sempre oscilantes, entre centro e periferia dos sujeitos e sentidos, desnudando um movimento constante de deslocamento que reinterpreta o “ser” para o “estar” no centro.

Palavras-chave: Tradução. Pluralidade. Expansão interpretativa.

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Biografia do Autor

Fernanda Silveira Boito, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Professora Assistente do Departamento de Letras Modernas da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Pesquisadora dos Estudos da Tradução sob um viés discursivo-desconstrutivista com aporte psicanalítico.

Liliam Cristina Marins, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Professora Adjunta do Departamento de Letras Modernas da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

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Publicado

2017-12-17

Como Citar

BOITO, F. S.; MARINS, L. C. EXPANSÃO INTERPRETATIVA E TRADUÇÃO: PLURALIDADE E DESCENTRISMO. PERcursos Linguísticos, [S. l.], v. 7, n. 16, p. 124–135, 2017. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/percursos/article/view/17731. Acesso em: 30 nov. 2021.