TRADUÇÃO INTERSEMIÓTICA E IDENTIDADE FEMININA: RELAÇÕES ENTRE A LITERATURA E O AUDIOVISUAL EM “MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS” E “... E O VENTO LEVOU”.

Autores

  • Carmen de Paula FIlgueiras

Resumo

A literatura pode ser traduzida por imagens. As artes audiovisuais projetam referências culturais em escala industrial. Assim, tradução da literatura em imagens exerce importante papel político ao influenciar a construção de identidades. Este artigo analisa a representação feminina através da adaptação dos romances “Memórias póstumas de Brás Cubas” e “... e o vento levou” para o cinema.

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Biografia do Autor

Carmen de Paula FIlgueiras

Carmen Filgueiras é Doutora em Literatura, Cultura e Contemporaneidade (PucRio), Mestre em Teatro (UniRio) e Bacharel licenciada em Filosofia (UFRJ). Foi pesquisadora visitante (Brown University). Atuou como professora substituta no curso de Produção Cultural (UFF). Atualmente, estuda a representação da imagem feminina nas telas de cinema e fará pesquisa de pós-doutorado, em 2018 (UCLA).  É autora do romance policial “Hell de Janeiro – o noir bronzeado” (ed. Multifoco).

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Publicado

2017-12-17

Como Citar

FILGUEIRAS, C. de P. TRADUÇÃO INTERSEMIÓTICA E IDENTIDADE FEMININA: RELAÇÕES ENTRE A LITERATURA E O AUDIOVISUAL EM “MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS” E “... E O VENTO LEVOU”. PERcursos Linguísticos, [S. l.], v. 7, n. 16, p. 20–27, 2017. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/percursos/article/view/17771. Acesso em: 25 jan. 2022.