O trabalho com a língua como ação docente crítica, reflexiva e social

Autores

  • Cleide Inês Wittke Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)

Resumo

Pesquisas sobre a formação docente mostram a necessidade de repensar os currículos das licenciaturas, especialmente de Letras, nosso campo de atuação. Essa postura implica mudanças nas definições do objeto de ensino e nos modos de abordá-lo (SCHNEUWLY; DOLZ, 2010). Este artigo objetiva problematizar a questão, refletindo e apontando caminhos que possam viabilizar o exercício diário de um professor pesquisador. Assim como muitos estudiosos seguidores da perspectiva bakhtiniana, os quais definem a língua como um processo de interação verbal, também elegemos o texto/gênero textual como objeto de ensino e vemos a aula de português como uma prática de comunicação. Um dos caminhos promissores para trabalhar a língua, desenvolvendo a capacidade leitora e de produção oral e escrita, é a realização de projetos de pesquisa, ensino e extensão, pois essas práticas interligam a academia com a realidade escolar. Finalizamos, então, com uma atividade de pesquisa voltada ao ensino da escrita e realizada no ensino fundamental.

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Biografia do Autor

Cleide Inês Wittke, Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)

Centro de Letras e Comunicação

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Publicado

2018-07-15

Como Citar

WITTKE, C. I. O trabalho com a língua como ação docente crítica, reflexiva e social. PERcursos Linguísticos, [S. l.], v. 8, n. 18, p. 75–91, 2018. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/percursos/article/view/19104. Acesso em: 30 nov. 2021.