O ENSINO DE INGLÊS COMO LÍNGUA FRANCA: UM RELATO DE PRÁTICAS

Autores

  • Camila Haus Mestre em Estudos Linguísticos pela Universidade Federal do Paraná
  • André Luiz G Mestrando em Estudos Linguísticos pela UFPR

Resumo

A atual realidade fluida, heterogênea e imediata das relações comunicativas que envolvem a língua inglesa implica na necessidade de repensar as concepções que regem o ensino-aprendizagem deste idioma, a fim de encaminhar práticas pedagógicas em direção a uma perspectiva menos monolíngue e moderna. Dentre diversos novos olhares, apresentamos a função do Inglês como Língua Franca (ILF) sob uma perspectiva translíngue. A partir da reflexão a respeito de possíveis caminhos para o ensino de inglês, bem como da posição de professores, trazemos um relato de experiência que envolveu a elaboração e aplicação de atividades pensadas com o objetivo de promover a reflexão crítica sobre ILF. Este processo ocorreu em um centro de idiomas de Curitiba durante um semestre. Ao refletir sobre tais práticas, identificamos possíveis limitações e caminhos os quais esperamos que possam contribuir com outras pesquisas que buscam levar a perspectiva do ILF para salas de aula de contextos similares.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Camila Haus, Mestre em Estudos Linguísticos pela Universidade Federal do Paraná

Mestre em Estudos linguísticos pela UFPR, subárea Linguagens, culturas e identidades: ensino e aprendizagem.

Downloads

Publicado

2019-12-13

Como Citar

HAUS, C.; G, A. L. O ENSINO DE INGLÊS COMO LÍNGUA FRANCA: UM RELATO DE PRÁTICAS. PERcursos Linguísticos, [S. l.], v. 9, n. 22, p. 254–274, 2019. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/percursos/article/view/27002. Acesso em: 6 dez. 2021.