AS REESCRITAS INDÍGENAS COMO TENTATIVAS DE RESISTÊNCIA

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Resumo

O objetivo deste artigo é refletir sobre o histórico de violência, em diferentes níveis, sofrido pelos indígenas, desde a invasão das terras, posteriormente chamadas de Brasil, até a atualidade, e sua relação com a linguagem e os variados processos de reescrita. Entendendo a linguagem a partir de uma perspectiva austiniana, traçamos um breve panorama histórico do local da tradução nos processos coloniais e as possíveis implicações na constituição das imagens dos povos indígenas, para posteriormente apresentarmos um projeto que reescreve narrativas dos indígenas kotíria, que pode ser, em certa medida, compreendido como uma tentativa de contradiscurso à hegemonia ocidental.

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Biografia do Autor

Patrick Rezende, UFES

Doutor em Estudos da Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Mestre em Linguística pela Universidade Federal do Espírito Santo. Licenciado em Letras- Inglês pela Universidade Federal do Espírito Santo.

Possui interesse nos seguintes tópicos: tradução, reescritas,povos indígenas, ensino de línguas estrangeiras modernas, identidade e pragmática

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Publicado

2019-08-18

Como Citar

REZENDE, P. AS REESCRITAS INDÍGENAS COMO TENTATIVAS DE RESISTÊNCIA. PERcursos Linguísticos, [S. l.], v. 9, n. 21, p. 172–198, 2019. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/percursos/article/view/27267. Acesso em: 13 maio. 2021.