A REPRESENTAÇÃO DA MULHER NA IMPRENSA POPULAR: O CASO DO EXPRESSO POPULAR

Autores

  • Luciana Soares da Silva Faculdade Zumbi dos Palmares
  • Márcio Rogério de Oliveira Cano Universidade Federal de Lavras

Resumo

Este trabalho tem como objetivo discutir como a ironia se constitui como estratégia estilística no jornal e de que maneira esse estilo constrói e confirma estereótipos da mulher. Partimos da hipótese de que há metáforas conceptuais, no discurso jornalístico, que revelam e constroem estereótipos da mulher, guiando a seleção de recursos estilísticos como estratégia de envolvimento do leitor. A fim de alcançar nosso propósito, tomamos como fundamentação teórica o conceito de ironia, proposto por Maingueneau (2005), o conceito de estereótipo, discutido por Lippman (1970), Amossy (2005) e Charaudeau (2007) e o de metáfora conceptual proposto por Lakoff & Johnson (2002); constituímos o corpus com textos retirados do Jornal Expresso Popular, do mês de março de 2009 e procedemos à análise. Conforme a análise, verificamos que a ironia é o traço estilístico mais presente no material na representação da mulher. Além disso, por meio da ironia, constitui-se o exagero que caracteriza o nível de sensacionalismo no jornal popular.

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Publicado

2014-05-16

Como Citar

SILVA, L. S. da; CANO, M. R. de O. A REPRESENTAÇÃO DA MULHER NA IMPRENSA POPULAR: O CASO DO EXPRESSO POPULAR. PERcursos Linguísticos, [S. l.], v. 4, n. 8, p. 24–40, 2014. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/percursos/article/view/7062. Acesso em: 27 nov. 2021.