Conhecimento dos profissionais de Unidades Básicas de Saúde sobre o manejo de sífilis em Lages, Santa Catarina, Brasil
DOI:
https://doi.org/10.47456/rbps.v22i3.27101Palabras clave:
Sífilis Congênita, Complicações Infecciosas na Gravidez, Profissional da SaúdeResumen
Introdução: A sífilis é causada pela bactéria Treponema Pallidum. É uma infecção sexualmente transmissível (IST) sistêmica, representando um grave problema de Saúde Pública. Durante a gravidez, essa infecção pode trazer inúmeras complicações à gestante, como aborto, morte intrauterina, além de representar uma das causas de mortalidade e morbidade neonatal. Objetivo: Analisar o conhecimento dos profissionais de Unidades Básicas de Saúde (UBS) acerca do manejo de sífilis na gestação, em Lages, Santa Catarina. Métodos: Estudo descritivo e transversal, com abordagem quantitativa realizado através de questionário autoaplicado. Participaram da pesquisa 40 profissionais da saúde, entre médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem e agentes comunitários de saúde (ACS). Realizou-se uma análise estatística de dados não paramétricos pelo teste de Kruskal-Wallis, considerando p<0,05 significativo. Resultados: Foram analisadas variáveis relacionadas às considerações do Ministério da Saúde quanto ao manejo de sífilis. Mais da metade dos profissionais não estava familiarizada com os testes não treponêmicos, correspondendo a 52,5% de respostas incorretas. A respeito do tratamento alternativo de sífilis na gestação, 62,5% responderam ser adequado. Conclusão: Os profissionais analisados possuem conhecimento insuficiente a respeito de sífilis na gestação, e isso pode implicar negativamente na conduta das pacientes. Faz-se necessário repensar os programas de capacitação profissional prestados junto às unidades de saúde.
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