SOBRE A LEI MARIA DA PENHA E AS MEDIDAS DE PROTEÇÃO DE URGÊNCIA JUDICIAIS

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DOI:

https://doi.org/10.22422/temporalis.2018v18n36p220-238

Resumo

O artigo traz reflexões sobre a proteção social ofertada às mulheres que requisitaram medidas de proteção de urgência judiciais previstas na “Lei Maria da Penha” (Lei 11.340/2006). Resulta de pesquisa documental que analisou tais ações em uma vara especializada em violência doméstica e familiar contra a mulher, com a intenção de identificar o direcionamento dado às medidas. A partir do universo estudado reflete sobre os limites da proteção social na implementação dessa legislação a partir de alguns elementos centrais: a) dificuldade de acesso à justiça; b) reprodução do machismo institucional; c) punitivismo estatal e d) falta de transversalidade das ações.

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Biografia do Autor

  • Emilly Marques Tenorio, Tribunal de Justiça do Espírito Santo
    Assistente Social do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, especialista em Gênero e Sexualidade pela UERJ e mestra em Política Social pela UFES. Conselheira do Conselho Regional de Serviço Social do Espírito Santo (CRESS 17ª Região) - Gestão "Tempos de Resistir" (2017-2020)

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Publicado

2019-01-03

Como Citar

SOBRE A LEI MARIA DA PENHA E AS MEDIDAS DE PROTEÇÃO DE URGÊNCIA JUDICIAIS. (2019). Temporalis, 18(36), 220-238. https://doi.org/10.22422/temporalis.2018v18n36p220-238