LUTA ANTIRRACISTA, TRADIÇÃO MARXISTA E O MAIO DE 68

Autores

  • Sandra Regina Vaz Silva Universidade Federal Fluminense

DOI:

https://doi.org/10.22422/temporalis.2020v20n39p146-162

Resumo

Buscando discorrer sobre a luta antirracista em diálogo com a tradição marxista, pretendemos nesse artigo apontar a influência, os limites e tensionamentos implícitos nessa relação, utilizando o “Maio de 68” como referência desse estudo. Nossa proposta é refletir sobre a luta antirracista no período anterior e posterior a esse marco, pois comumente essa luta é definida como pós-moderna e fragmentadora da luta de classes, uma forma equivocada e a-histórica de conceber seu significado e definição. Se por um lado, é possível identificar setores identitários e pós – modernos no interior do movimento negro, há também um caminho e descaminho produzido pela tradição marxista que é parte dessa história e que necessita de um balanço histórico, de modo a enfrentar os erros e acertos dessa relação. 

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Biografia do Autor

Sandra Regina Vaz Silva, Universidade Federal Fluminense

Professora da Escola de Serviço Social da Universidade Federal Fluminense.

Doutoranda do Programa de Pós Graduação em Serviço Social da UFRJ.

Coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisa sobre Questão Racial e Serviço Social.

 

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Publicado

2020-06-26