CRISE DO CAPITAL, CONTRARREFORMA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL E PANDEMIA
DOI:
https://doi.org/10.22422/temporalis.2021v21n41p237-255Resumo
Este estudo bibliográfico e documental, de natureza qualitativa, objetiva discutir a situação dos trabalhadores/as brasileiros/as com a crise do capital agravado com a pandemia Coronavírus e a contrarreforma[1] na previdência social. As proposições de estudos que tratam sobre a crise do capital em meio à pandemia do Coronavírus constituem-se em um campo de alta complexidade social, econômica, política e teórica. Na conjuntura brasileira se agrava ainda mais, pois, vivencia-se um momento de ataques brutais aos direitos sociais e trabalhistas conquistados historicamente. Destaca-se que todo esse processo vem afetando diretamente os trabalhadores e trabalhadoras em sua sobrevivência, desafiando estudiosos por respostas que subsidiem enfrentamentos. Em síntese, o estudo denuncia o agravamento das condições de vida da população e a fragilidade das políticas sociais, como a previdência social no enfrentamento a esse contexto. Por isso, a necessidade de pesquisas aprofundadas que possam contribuir no desvelamento das relações sociais constituídas, já o pressuposto é assegurar os interesses do capital, ou seja, os lucros, em detrimento da vida.
[1] A categoria “contrarreforma” foi originalmente trabalhada pela Elaine Behring no livro: Brasil em contra-reforma: a desestruturação do Estado e perda de direitos. São Paulo: Cortez, 2003.
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